<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>blogus &#187; GPS</title>
	<atom:link href="http://blog.blag.us/tag/gps/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blog.blag.us</link>
	<description>o blog das aventuras do blagus</description>
	<lastBuildDate>Sun, 07 Mar 2010 15:44:56 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>Metadata e geocodificação</title>
		<link>http://blog.blag.us/metadata-e-geocodificacao/</link>
		<comments>http://blog.blag.us/metadata-e-geocodificacao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 14:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lex</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Downloads]]></category>
		<category><![CDATA[Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[GPS]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.blag.us/?p=952</guid>
		<description><![CDATA[Assustou com o título do post? Bem, hoje voltaremos a falar sobre tecnologias, como no post sobre GPS. Falarei sobre fotos digitais e geocodificação. O primeiro conceito maluco a ser explicado é o de metadata (ou metadados), e com base nisso, como colocar em sua foto informações de latitude e longitude, e depois exibi-la num [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assustou com o título do post? Bem, hoje voltaremos a falar sobre tecnologias, como no <a href="/gps">post sobre GPS</a>. Falarei sobre fotos digitais e geocodificação. O primeiro conceito maluco a ser explicado é o de metadata (ou metadados), e com base nisso, como colocar em sua foto informações de latitude e longitude, e depois exibi-la num mapinha no Flickr ou fazê-la aparecer nas fotos do Google Earth.</p>
<h3>Metadata</h3>
<p>Por analogia, é muito fácil pensar que uma foto digital é a mesma coisa que a analógica, só que digital. Vamos pensar um pouco além: assim como qualquer documento eletrônico, uma foto digital é informação.  A imagem é descrita dentro do arquivo em forma de texto, mas na linguagem do computador.</p>
<div id="attachment_959" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-959" src="/files/2009/10/metadata-geolocalizacao-P1020011.JPG" alt="Olhe o que faz este botãozinho" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Olhe o que faz este botãozinho</p></div>
<p>Mas já que os fabricates das câmeras digitais podem gravar o que bem entenderem nos respectivos arquivos de imagens (as fotos propriamente ditas), ocorreu-lhes uma brilhante ideia: por que não gravar junto os dados relativos à imagem, tais como abertura, exposição, distância focal, balanço de branco, número ISO, a que hora a foto foi tirada, se foi disparado o flash? Pois foi isso que eles fizeram. E alguns grupos de padronização criaram normas para que todos os fabricantes o fizessem da mesma forma, facilitando a vida dos desenvolvedores de software para que, por sua vez, estes criassem programas que pudessem ler essas informações de qualquer câmera. Percebeu que temos aqui informação <em>sobre</em> informação? Isso é chamado metadata. E os padrões de metadata mais comuns para fotos digitais são o EXIF e o XMP.</p>
<div id="attachment_961" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-961" src="/files/2009/10/metadata-geolocalizacao-screenshot-bridge-metadata.jpg" alt="Informações relativas a foto digital no Adobe Bridge" width="500" height="500" /><p class="wp-caption-text">Informações relativas à foto digital no Adobe Bridge</p></div>
<h3>Geocodificação</h3>
<p>Os padrões de metadata foram concebidos de modo que outras informações, além das configurações da câmera no momento da captura da foto, também possam ser adicionadas à imagem. Foram previstos campos para autor (assim como todos seus dados, como telefone, endereço etc.), título, categoria; enfim, uma infinidade de informações. Mas o que faz total diferença são os dados referentes à geolocalização: latitude, longitude, e ocasionalmente, altitude. Adicionando esta informação, a foto passa a ser localizável: você não precisará lembrar mais onde ela foi tirada! Basta olhar estas informações e logo você saberá onde ela foi feita.</p>
<p>Mas se você ainda estiver querendo mais vantagens em geolocalizar fotos, aqui vai uma boa: Google Earth. O grande barato deste onipresente programa também são as fotos postadas e geolocalizadas no <a href="http://www.panoramio.com/">Panoramio</a> que passam a fazer parte do Earth, permitindo uma visão do nível da terra daquele ponto fotografado pelo satélite (que maluquice: a foto da foto!). No caso de trilhas, a mata encobre completamente a visão das fotos por satélite, mas as fotos em terra geolocalizadas são um excelente material de apoio, que eu costumo usar quando pesquiso por novos lugares a visitar.</p>
<div id="attachment_964" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-964" src="/files/2009/10/metadata-geolocalizacao-screenshot-earth.jpg" alt="Foto em exibição no Google Earth: ela não poderia ter sido tirada do satélite" width="500" height="250" /><p class="wp-caption-text">Foto em exibição no Google Earth: ela não poderia ter sido tirada do satélite</p></div>
<h3>Geocodificando</h3>
<p>A primeira forma de inserir os dados de geolocalização, mais fácil, é também a mais óbvia: que sua câmera tenha GPS. No caso do iPhone (de segunda ou terceira geração) ou qualquer smartphone com GPS e câmera embutidos, a foto já é geocodificada automaticamente. A segunda forma é a que eu mais uso: vou fotografando e ao mesmo tempo marcando a foto no meu GPS; ao chegar em casa, transfiro esses dados para a foto usando o GeoSetter (calma, já explico!). A terceira forma é você usar um mapa (em papel ou via Google Maps) e descobrir (lembrar!) por si mesmo onde a foto foi feita.</p>
<div id="attachment_958" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-958" src="/files/2009/10/metadata-geolocalizacao-IMG_8540.JPG" alt="Não posso me esquecer onde fiz esta foto" width="500" height="333" /><p class="wp-caption-text">Não posso esquecer onde fiz esta foto</p></div>
<h3>GeoSetter</h3>
<p>Minha vida passou a ficar mais alegre quando descobri um software chamado <a href="http://www.geosetter.de/en/">GeoSetter</a>, criado pelo alemão Friedemann Schmidt. Nele há um painel à esquerda que exibe as fotos, e outro painel à direita que exibe um mapa. Basta escolher a posição no mapa e aplicar às fotos selecionadas. Sendo assim, é muito fácil adicionar uma determinada localização a mais de uma foto por vez. Quer mais? Selecionando um arquivo previamente geocodificado, será exibida no mapa a sua localização. Além disso, também há campos para digitar a latitude e a longitude manualmente. Existe uma série de recursos bacanas, como visualização de imagens, uma completíssima janela que exibe todos os metadados, a possibilidade de guardar seus locais prediletos para uso futuro e muito mais. O provedor de fotos de satélite é o onipresente Google. Passado o susto inicial (pois ele é razoavelmente técnico), você não consegue mais viver sem ele.</p>
<div id="attachment_972" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.geosetter.de/en/"><img class="size-full wp-image-972" src="/files/2009/10/metadata-geolocalizacao-geosetter.jpg" alt="GeoSetter: passado o susto inicial, não é mais possível viver sem ele" width="500" height="302" /></a><p class="wp-caption-text">GeoSetter: passado o susto inicial, não é mais possível viver sem ele</p></div>
<h3>Internet</h3>
<p>Geocodificar suas fotos e guardá-las no disco rígido é apenas metade da brincadeira. Ao enviar suas fotos para serviços de compartilhamento de fotos, como <a href="http://www.flickr.com/">Flickr</a> ou <a href="http://picasaweb.google.com/">Picasa</a>, estes reconhecem os metadados de GPS e exibem um mapinha de onde a foto foi feita. No caso de trilhas com fotos sequenciais, <a href="http://picasaweb.google.com/lh/albumMap?uname=blagus&amp;aid=5213242037003506993#map">suas fotos ficam espalhadas pelo mapa</a>, na ordem e local em que foram feitas! Mas se você quer entrar para o hall da fama, <a href="http://www.panoramio.com/">crie uma conta no Panoramio</a>. É através deste serviço que as fotos exibidas no Google Earth são selecionadas e posteriormente exibidas lá. Esta é a melhor forma de ajudar quem quer conhecer um determinado lugar para uma visitação futura.</p>
<div id="attachment_976" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/blagus/map/"><img class="size-full wp-image-976" src="/files/2009/10/metadata-geolocalizacao-flickr.jpg" alt="Fotos mapeadas no Flickr. Quem diria que aqui no meio do nada há um túnel ?" width="500" height="357" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos mapeadas no Flickr. Quem diria que aqui no meio do nada há um túnel?</p></div>
<p>Bem, agora é só começar a brincadeira! E não deixe de me mostrar os resultados&#8230;</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px;">
<h2>Convite</h2>
<p>Em breve será meu aniversário e este ano estou empolgado a comemorar. O negócio é o seguinte: quero ir com todos vocês para o mato! Será uma trilhinha de um final de semana, no rio Mogi em Paranapiacaba, da noite da sexta-feira 13 (hohoh !) até domingo dia 15. Se você estiver interessado, <a href="mailto:aniversario-no-mato@blag.us">mande-me um e-mail</a> e eu responderei com maiores detalhes.</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.blag.us/metadata-e-geocodificacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Adventure Sports Fair 2009</title>
		<link>http://blog.blag.us/adventure-sports-fair-2009/</link>
		<comments>http://blog.blag.us/adventure-sports-fair-2009/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 16:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lex</dc:creator>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Relatos]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Camping]]></category>
		<category><![CDATA[Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[GPS]]></category>
		<category><![CDATA[Marcas]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.blag.us/?p=775</guid>
		<description><![CDATA[Você provavelmente perdeu a Adventure Sports Fair que aconteceu aqui em Sampa, no Pavilhão Imigrantes. Mas não tem problema. Eu fui lá por você, graças à Verônica Mambrini, a revisora oficial e palpiteira ocasional deste blog, que me colocou lá dentro, com direito a credencial de imprensa. Não bata no vidro com força • ver [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você provavelmente perdeu a <a href="http://www.adventurefair.com.br/">Adventure Sports Fair</a> que aconteceu aqui em Sampa, no Pavilhão Imigrantes. Mas não tem problema. Eu fui lá por você, graças à <a href="http://gataderodas.blogspot.com/">Verônica Mambrin</a>i, a revisora oficial e palpiteira ocasional deste blog, que me colocou lá dentro, com direito a credencial de imprensa.</p>
<p><!-- begin Picasa horizontal photo --></p>
<div style="text-align:left;">
<dl class="wp-caption alignnone" style="width: 410px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://picasaweb.google.com/blagus/AdventureSportsFair2009#5382967820738647234"><img class="size-full" src="http://lh3.ggpht.com/_rZuWhPEJ164/SrQktnh8VMI/AAAAAAAAE14/MvQusaqaG8o/s400/DSC01159.JPG" alt="Não bata no vidro com força" width="400" height="267" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Não bata no vidro com força • <a href="http://picasaweb.google.com/blagus/AdventureSportsFair2009#5382967820738647234">ver esta foto</a> • <a href="http://picasaweb.google.com/blagus/AdventureSportsFair2009">ver álbum completo</a></dd>
</dl>
</div>
<p><!-- end Picasa horizontal photo --></p>
<p>Não pude ir na quinta-feira, mas na sexta-feira estava bem tranquilo. Seria o dia ideal para as entrevistas que deixei para o sábado e domingo. Mas cheguei um pouco tarde (afinal, além do blog também tenho meu trabalho) e só deu tempo de dar uma volta geral e mergulhar de garrafa no tanque de mergulho. Além do tanque de mergulho, também havia uma pista de snowboard (claro que eu levei um tombaço e quase derrubei o instrutor), tanque para teste de caiaque (preferi não arriscar), uma carreta-frigorífica com gelo da Patagônia para teste de cramponagem e parede de escalada.</p>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<div style="text-align:left;">
<dl class="wp-caption alignnone" style="width: 277px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://picasaweb.google.com/blagus/AdventureSportsFair2009#5382967741409160754"><img class="size-full" src="http://lh5.ggpht.com/_rZuWhPEJ164/SrQkpAAUbjI/AAAAAAAAE1c/Ce_8IX-PTrM/s400/DSC01111.JPG" alt="A foto do tombo eu não publico" width="267" height="400" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">A foto do tombo eu não publico<br />
<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/AdventureSportsFair2009#5382967741409160754">ver esta foto</a> • <a href="http://picasaweb.google.com/blagus/AdventureSportsFair2009">ver álbum completo</a></dd>
</dl>
</div>
</td>
<td>
<div style="text-align:left;">
<dl class="wp-caption alignnone" style="width: 277px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://picasaweb.google.com/blagus/AdventureSportsFair2009#5382968117454394066"><img class="size-full" src="http://lh3.ggpht.com/_rZuWhPEJ164/SrQk-44fUtI/AAAAAAAAE3o/v3viLaN3gAQ/s400/DSC01308.JPG" alt="Matando saudades de escalar" width="267" height="400" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Matando saudades de escalar<br />
<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/AdventureSportsFair2009#5382968117454394066">ver esta foto</a> • <a href="http://picasaweb.google.com/blagus/AdventureSportsFair2009">ver álbum completo</a></dd>
</dl>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Eu esperava encontrar muito mais fabricantes conhecidos de equipamentos de aventura, assim como lojas. Neste aspecto, uma decepção. Dizem que a culpa é da crise; eu tenho minhas dúvidas. De qualquer modo, não deixou de ser bem divertido. Fiz questão de entrevistar alguns fabricantes e distribuidores e apresentar a vocês as novidades.</p>
<p><!-- begin Picasa horizontal photo --></p>
<div style="text-align:left;">
<dl class="wp-caption alignnone" style="width: 410px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://picasaweb.google.com/blagus/AdventureSportsFair2009#5382968536657636306"><img class="size-full" src="http://lh3.ggpht.com/_rZuWhPEJ164/SrQlXSiVK9I/AAAAAAAAE50/Tk9CWWMxIhE/s400/DSC01576.JPG" alt="A Patagônia é um pouco mais espaçosa" width="400" height="267" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">A Patagônia é um pouco mais espaçosa<br />
<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/AdventureSportsFair2009#5382968536657636306">ver esta foto</a> • <a href="http://picasaweb.google.com/blagus/AdventureSportsFair2009">ver álbum completo</a></dd>
</dl>
</div>
<p><!-- end Picasa horizontal photo --></p>
<h3>LioFoods</h3>
<p>Para a minha alegria, a empresa LioFoods/Berkka estava demonstrando sua linha de produtos liofilizados na feira. Se você não conhece liofilização, deveria: por um processo de sublimação, a água é completamente retirada dos alimentos, fazendo com que eles durem até 60 anos*! E este processo mantém todas as características nutricionais, bastando adicionar-lhes água para consumir. A gama de alimentos passíveis de liofilização é enorme: arroz, feijão, batata, carnes, aves, peixes, doces, sorvete&#8230; a imaginação é o limite. Mentira, tem uma limitação sim: frituras. Sem contar que é levíssimo: uma refeição completa pesa de 50 a 200 gramas. Ganhei algumas amostras e farei em breve um post completo sobre o assunto (e uma janta em casa). Ficou com água na boca? Dê uma olhada no caprichado <a href="http://www.liofoods.com.br/">website da LioFoods</a> e conheça a linha de alimentos, veja os preços e encomende sua próxima refeição.</p>
<p><small>* segundo testes de laboratório, mas mesmo um ou dois anos já é mais do que suficiente</small></p>
<p><!-- begin Picasa horizontal photo --></p>
<div style="text-align:left;">
<dl class="wp-caption alignnone" style="width: 410px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://picasaweb.google.com/blagus/AdventureSportsFair2009#5382968190895737298"><img class="size-full" src="http://lh6.ggpht.com/_rZuWhPEJ164/SrQlDKeRSdI/AAAAAAAAE4E/n_mQ_ZbMVUo/s400/DSC01338.JPG" alt="===PHOTO CAPTION===" width="400" height="267" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Mandioca, milho e ervilha • <a href="http://picasaweb.google.com/blagus/AdventureSportsFair2009#5382968190895737298">ver esta foto</a> • <a href="http://picasaweb.google.com/blagus/AdventureSportsFair2009">ver álbum completo</a></dd>
</dl>
</div>
<p><!-- end Picasa horizontal photo --></p>
<h3>YouDoFirst</h3>
<p><a href="http://www.youdofirst.com/">Esta empresa</a> estava apresentando dois produtos interessantes: um cauterizador para picadas de insetos e um sistema de carregadores solares. Quanto ao cauterizador, imagine o seguinte: um magiclick de acender fogão. Ao ser picado por algum inseto que lhe cause desconforto, você aplica este pequeno &#8220;choquinho&#8221; na pele e o alívio vem na hora. Não tem contra-indicações, é bastante higiênico, leve, compacto e não usa pilhas. Seu nome é Zap-it, e seu preço estimado é de R$22,90, mas ainda não está oficialmente a venda.</p>
<p>Mas o grande barato desta empresa são seus carregadores solares. O modelo BeOn tem um preço bastante agressivo: R$ 120,00. Pesa somente 100g, tem uma bateria integrada, saída USB e tem um mosquete integrado, sendo ideal para pendurar na mochila cargueira e carregar alguma coisa enquanto você trilha. Sem contar que é &#8220;bunitinho&#8221;: amarelo e preto. Observe que ele foi projetado para carregar celulares (ou qualquer coisa que carregue no USB), mas eu não teria pudor em fazer um suporte de pilhas com um conector USB para carregá-las. Em minha entrevista, o gerente comercial disse que estavam cogitando com o departamento de engenharia essa possibilidade.</p>
<p><!-- begin Picasa horizontal photo --></p>
<div style="text-align:left;">
<dl class="wp-caption alignnone" style="width: 410px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://picasaweb.google.com/blagus/AdventureSportsFair2009#5382968053029916050"><img class="size-full" src="http://lh4.ggpht.com/_rZuWhPEJ164/SrQk7I4fzZI/AAAAAAAAE3Q/7svmKeCDWIg/s400/DSC01262.JPG" alt="O carregador solar que faltava: barato, leve e prático" width="400" height="267" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">O carregador solar que faltava: barato, leve e prático<br />
<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/AdventureSportsFair2009#5382968053029916050">ver esta foto</a> • <a href="http://picasaweb.google.com/blagus/AdventureSportsFair2009">ver álbum completo</a></dd>
</dl>
</div>
<p><!-- end Picasa horizontal photo --></p>
<p>Um produto que me chamou a atenção pelo seu preço foi o carregador graaande da BeOn, o <a href="http://picasaweb.google.com/blagus/AdventureSportsFair2009#5382968045730489522">modelo Expedition</a>. A eficiência deste carregador permite que você faça uma ligação de seu celular somente com a energia da célula. Este modelo custa em média R$650,00 (subtraia R$80 se você não quiser a maleta rígida que o acompanha). Assim como o Zap-it, este produto estava a venda somente na feira. Caso você tenha se interessado tanto quanto eu (esse carregador solar é meu próximo investimento), <a href="maito:info@youdofirst.com">entre em contato</a> com a YouDoFirst.</p>
<h3>Outex</h3>
<p>São as interessantíssimas bolsas-estanque para câmeras fotográficas que eu já conhecia há algum tempo e que estão na minha <a href="/marcas/">página de marcas</a>. Basicamente é uma bolsa de látex com um adaptador para a lente que permite fotografar nos ambientes mais hostis, como lama, chuva, areia, água do mar ou mesmo sob o leito de um rio. Tudo começou quando o cirurgião dentista José Carlos tentou fazer seus filhos pegarem gosto por fotografia: o que aconteceu é que eles viraram jipeiros e o bem-estar de suas câmeras se tornou um problema. Então o José inventou esse produto genial.</p>
<p><!-- begin Picasa horizontal photo --></p>
<div style="text-align:left;">
<dl class="wp-caption alignnone" style="width: 410px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://picasaweb.google.com/blagus/AdventureSportsFair2009#5382967684337876082"><img class="size-full" src="http://lh4.ggpht.com/_rZuWhPEJ164/SrQklrZdvHI/AAAAAAAAE1E/tMEsprNdoEk/s400/DSC01092.JPG" alt="Blub, blub, blub... roupa de mergulho para câmeras fotográficas" width="400" height="267" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Blub, blub, blub&#8230; roupa de mergulho para câmeras fotográficas<br />
<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/AdventureSportsFair2009#5382967684337876082">ver esta foto</a> • <a href="http://picasaweb.google.com/blagus/AdventureSportsFair2009">ver álbum completo</a></dd>
</dl>
</div>
<p><!-- end Picasa horizontal photo --></p>
<p>Observe que os 6 modelos de estanques são todos para câmeras DSLR, e servem para todos os modelos existentes desta categoria. Os preços variam de R$360 a R$600, e podem ser compradas no <a href="http://www.outex.com/">site da Outex</a>. Ha também alguns acessórios e outros modelos, como modelos com e sem grip de tripé, passa-cabo e uma capa de chuva (não-estanque) para fotojornalismo (leia-se: para aquelas objetivas enooormes).</p>
<p><!-- begin Picasa horizontal photo --></p>
<div style="text-align:left;">
<dl class="wp-caption alignnone" style="width: 410px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://picasaweb.google.com/blagus/AdventureSportsFair2009#5382968308602529378"><img class="size-full" src="http://lh5.ggpht.com/_rZuWhPEJ164/SrQlKA9wZmI/AAAAAAAAE4o/46eNrwDMtPM/s400/DSC01402.JPG" alt="Visão geral de parte da feira" width="400" height="267" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Visão geral de parte da feira<br />
<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/AdventureSportsFair2009#5382968308602529378">ver esta foto</a> • <a href="http://picasaweb.google.com/blagus/AdventureSportsFair2009">ver álbum completo</a></dd>
</dl>
</div>
<p><!-- end Picasa horizontal photo --></p>
<p>Já estou tentando escrever este post há duas semanas e não consegui terminar: ainda existem mais algumas novidades legais que eu vou publicar num próximo post.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.blag.us/adventure-sports-fair-2009/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>10</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>GPS</title>
		<link>http://blog.blag.us/gps/</link>
		<comments>http://blog.blag.us/gps/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 12:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lex</dc:creator>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Downloads]]></category>
		<category><![CDATA[GPS]]></category>
		<category><![CDATA[Marcas]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.blag.us/?p=222</guid>
		<description><![CDATA[Global Positioning System é uma dádiva da tecnologia. Por muitos anos foi muito caro e aventureiros bons em navegação torciam o nariz pois não queriam confiar suas vidas em um aparelhinho dependente de pilhas. Não tiro a razão deles&#8230; mas a tecnologia atual está tão confiável (e o melhor, barata) que eu acho o aparelhinho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Global Positioning System é uma dádiva da tecnologia. Por muitos anos foi muito caro e aventureiros bons em navegação torciam o nariz pois não queriam confiar suas vidas em um aparelhinho dependente de pilhas. Não tiro a razão deles&#8230; mas a tecnologia atual está tão confiável (e o melhor, barata) que eu acho o aparelhinho indispensável. Mas ao ler este artigo, tenha uma coisa em mente: se você está acostumado com o GPS do seu carro, que lhe diz exatamente aonde ir, no agreste a coisa é bem diferente. Ele é uma ferramenta de localização valiosa, mas que não substitui o seu julgamento e a necessidade de muito treinamento.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: left;">
<dl id="attachment_225" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-225" src="/files/2009/08/GPS-e-Cerveja.jpg" alt="GPS, bússola, mapa, celular e cerveja: qual item não deveria pertencer à cena ?" width="500" height="375" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">GPS, bússola, mapa, celular e cerveja: qual item não deveria pertencer à cena?</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: left;">No momento em que escrevo este artigo, temos 30 satélites para o envio de sinal de GPS em funcionamento. Eles emitem um sinal aberto, que qualquer civil com um aparelho receptor pode decodificar. Traduzindo: o sistema é gratuito. O receptor de GPS recebe o sinal de vários satélites, e se pelo menos 3 deles estiverem em uma formação triangular, através de complexas equações aritméticas o aparelho irá calcular sua latitude e longitude (e se possível altitude) em nosso planeta. Não se iluda: é comum ficar sem sinal em um vale ou mata muito fechada.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: left;">
<dl id="attachment_216" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-216 " title="Satélites do sistema de GPS" src="/files/2009/08/gps-3.jpg" alt="Os satélites do sistema de GPS em órbita" width="400" height="266" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Os satélites do sistema de GPS em órbita</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: left;">O sistema entrou em atividade em 1978, inicialmente para uso militar, depois na aviação civil e finalmente para uso doméstico. Há alguns anos, a faixa doméstica era poluída com um ruído intencional, de modo a piorar a precisão (temia-se que o sistema fosse usado pelos inimigos dos EUA), mas isso já foi abolido. A precisão atual, que depende do receptor e do local onde se está é de um raio que pode variar entre 100 e 5 metros. Não muito tempo atrás, o receptor era um artigo caro, e normalmente usado para aplicações muito específicas (navegação no mar, resgate, grandes expedições&#8230;). Mesmo quando comprei meu receptor, no final de 2004, era um equipamento raro entre os aventureiros.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: left;">
<dl id="attachment_234" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-medium wp-image-234" src="/files/2009/08/Venture-e-eu-500x308.jpg" alt="meu onipresente Garmin eTrex Venture" width="500" height="308" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Meu onipresente Garmin eTrex Venture</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: left;">Finalmente chegamos a 2009! Receptores de GPS &#8220;explodiram&#8221; no mercado, barateando seu custo devido a quantidade produzida. Mas os aparelhos que encontramos à disposição quase sempre são os automotivos: eles têm mapas de ruas, falam e não são à prova d&#8217;água. Nós, aventureiros, precisamos de receptores de GPS específicos para as nossas necessidades. Os receptores embutidos nos smartphones são uma excelente opção, desde que sejam usados com o software adequado. O meu eTrex Venture está velhinho e estou louco para aposentá-lo e em seu lugar colocar um iPhone da segunda ou (melhor ainda) terceira geração.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: left;">
<dl id="attachment_231" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-medium wp-image-231" src="/files/2009/08/iPhone-3GS-500x298.jpg" alt="iPhone 3GS: GPS, bússola, camera para fotos e vídeos, reproduz música, filmes, navega na internet, e também é um telefone celular. Apenas tenha cuidado: não é a prova d'água" width="500" height="298" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">iPhone 3GS: GPS, bússola, câmera para fotos e vídeos, reprodução de música e filmes, navegação na internet, e também é um telefone celular. Apenas tenha cuidado: não é a prova d&#8217;água</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: left;">Qualquer que seja o escolhido, a parte chata (como em todo aparelho eletrônico) é a fonte de energia. Com boas pilhas alcalinas (costumo usar a Duracel Alcalina Ultra) ele dura entre 6 e 12 horas, ou seja, um ou dois dias de caminhada, com ele ligado o tempo todo. Em viagens de muitos dias o deixo ligado somente quando preciso consultar minha localização. Para um final de semana, gosto de deixá-lo ligado constantemente, capturando assim todo o caminho pelo qual estou trilhando para poder documentá-lo e disponibilizá-lo aqui no blog. Uma coisa legal que eu fiz foi um dínamo com o qual eu carrego as pilhas na manivela (tanta tecnologia e eu voltando aos tempos da manivela, quem diria). Em minha última viagem à Paraty, passei duas semanas com apenas 2 pilhinhas recarregáveis. Para os smartphones (principalmente o iPhone, cuja bateria não é removível), a única solução é um carregador solar: já via alguns modelos e gostei muito.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: left;">
<dl id="attachment_240" class="wp-caption alignnone" style="width: 421px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-medium wp-image-240" src="/files/2009/08/manivelando-411x500.jpg" alt="Entre manivelar 15 minutos por dia ou carregar 20 pilhas qual você escolheria ?" width="411" height="500" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Entre manivelar 15 minutos por dia ou carregar 20 pilhas qual você escolheria?</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: left;">Em se tratando do que é possível fazer com um GPS, vou comentar somente o básico, dados tantos recursos de tantos aparelhos diferentes. O principal é o receptor adquirir latitude, longitude, horário e se possível altitude. No caso do meu receptor, ele atualiza essas informações a cada um segundo. Se o aparelho fizesse unicamente isso já estaria excelente, mas pense no aparelho como um computador portátil. Neste caso eu posso guardar em sua memória os chamados &#8220;waypoints&#8221;, que são marcações de lugares.</p>
<div class="wp-caption alignnone">waypoint: <strong>Vila de Paranapiacaba</strong><br />
<strong>latitude:</strong> S23°46&#8217;44.16&#8243;<br />
<strong>logintude:</strong> W46°18&#8217;7.10&#8243;<br />
<strong>altitude:</strong> 812m<br />
<strong>hora da marcação:</strong> 31/08/2009 17:30</div>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><div id="attachment_381" class="wp-caption alignnone" style="width: 200px"><img class="size-full wp-image-381" src="/files/2009/08/waypoin-gmaps.gif" alt="Tela do Google Maps mostrando um waypoint" width="190" height="300" /><p class="wp-caption-text">Tela do Google Maps mostrando um waypoint</p></div></td>
<td><div id="attachment_377" class="wp-caption alignnone" style="width: 195px"><img class="size-full wp-image-377" src="/files/2009/08/waypoint-eTrex.gif" alt="Tela de waypoints do GPS Garmin eTrex" width="185" height="331" /><p class="wp-caption-text">Tela de waypoints do GPS Garmin eTrex</p></div></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Outro recurso pra lá de útil são os tracklogs. Lembra-se que na sua infância havia aquela brincadeira de ligar os pontinhos na sequência numérica e o resultado era uma figura? Os tracklogs são basicamente isso, vários &#8220;waypoints&#8221; espaçados entre si que delineiam um caminho a ser percorrido.</p>
<div id="attachment_419" class="wp-caption alignnone" style="width: 560px"><img class="size-full wp-image-419" src="/files/2009/08/tracklog-trackMaker.gif" alt="Um tracklog no software GPS TrackMaker. Observe os pontinhos vermelhos que interligados delineiam o tracklog da ferrovia" width="550" height="410" /><p class="wp-caption-text">Um tracklog no software GPS TrackMaker. Observe os pontinhos vermelhos que interligados delineiam o tracklog da ferrovia </p></div>
<p>Lembrando que todo GPS tem uma conexão com o computador e, utilizando um software adequado para enviar e receber tando waypoints quanto tracklogs do receptor, temos algumas opções:</p>
<ol>
<li>Ir ao lugar com seu aparelho de GPS e gravar os waypoints e tracklogs: útil para você guardar as caminhadas que você andou fazendo por aí e distribuir para os amigos via e-mail ou web</li>
<li>Mapear seus próprios tracklogs no Google Earth e, com isso, poder visitar mais tarde lugares que você desejava mas não tinha maiores informações para aventurar-se. Já fiz isso algumas vezes em que não consegui adquirir o mapa do local</li>
<li>Baixar caminhos já percorridos, documentados e disponibilizados na internet. Há algum tempo não faço uma busca por sites que disponibilizam arquivos de GPS, mas já fiz muito isso. Aliás, faz parte do planejamento de qualquer viagem procurar arquivos de GPS que tenham trilhas, pontos de água, lugares para acampar etc&#8230;</li>
<li>Com um mapa: durante uma aventura, você pode achar um alvo a ser alcançado na carta topográfica e transferir suas coordenadas para o receptor, de modo que você possa seguir este waypoint</li>
<li>Também com um mapa: o contrário, ter um determinado ponto no aparelho (como sua localização atual) e olhar no mapa onde está. Isso é essencial durante uma caminhada pois como a memória e a tela do aparelho são limitadas, uma carta topográfica é essencial para se obter uma visão muito mais ampla do local (como topografia e acidentes naturais não documentados no receptor). Esse é o método que mais utilizo em minhas viagens</li>
</ol>
<p>Você percebe o mundo de possibilidades que se abre quando utilizamos todas essas tecnologias em conjunto? Pense na seguinte história:</p>
<p>Zé Matos é um cara experiente em trilhas. Ele foi para Ilha Grande, e com seu GPS marcou toda a sua viagem: tracklog completo, pontos onde acampou, lugares onde achou água e até casas de moradores locais. Como ele é um cara legal, ao chegar em casa fez o download desses dados de seu receptor e disponibilizou o arquivo na internet. Claudia Penas está começando suas trilhas e gostaria muito de conhecer a Ilha Grande, mas não sabe exatamente que caminho fazer, onde pode encontrar água e onde há uma boa clareira para acampar. Com a ajuda do arquivo disponibilizado pelo Zé Matos ela carrega seu GPS com os dados coletados pelo seu amigo e poderá fazer sua aventura com muito mais comodidade e segurança, e sem deixar de lado o aspecto aventura.</p>
<p>Os softwares que uso atualmente são o <a href="http://earth.google.com/">Google Earth</a> (que você já deve conhecer bem) e o <a href="http://www.gpstm.com/">GPS TrackMaker</a>. Através do Google Earth posso ter uma visualização real de como é a área a ser explorada. Muitas vezes acabo fazendo tracklogs e waypoints de referência de rios, praias, lagos, montanhas. Ou: importo para ele trilhas feitas por mim para eu poder ter uma ideia de onde passei e o que tem lá perto, para uma próxima incursão. Quanto mais você visita determinada área, mais detalhes você tem de lá, por isso é tão importante ir marcando bem esses pontos de interesse durante a sua viagem.</p>
<div id="attachment_425" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-medium wp-image-425" title="Software: Google Earth" src="/files/2009/08/software-googleearth-500x302.jpg" alt="o Google Erth, mais uma maravilha do mundo moderno" width="500" height="302" /><p class="wp-caption-text">O Google Erth, mais uma maravilha do mundo moderno</p></div>
<p>Devido o fato que o Google Earth só &#8220;conversa&#8221; com receptor em sua versão paga, eu utilizo o GPS TrackMaker para conectar ao meu aparelho, baixando os dados registrados em sua memória ou enviando-lhe novos dados à véspera de alguma aventura. Através dele também faço alguns ajustes finos no arquivo gerado e importado do Google Earth, como a escolha de ícones que meu GPS consiga compreender.</p>
<div id="attachment_426" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-medium wp-image-426" title="GPS TrackMaker" src="/files/2009/08/software-gpstrackmaker-500x302.gif" alt="GPS TrackMaker, software por muito tempo tido como o melhor para GPS, feito por um brasileiro" width="500" height="302" /><p class="wp-caption-text">GPS TrackMaker, software por muito tempo tido como o melhor para GPS, feito por um brasileiro</p></div>
<p>Ouvi dizer que o software (pago) <a href="http://www8.garmin.com/support/download_details.jsp?id=209">Garmin MapSource</a> (do mesmo fabricante do meu receptor) é muito bom, mas eu nunca o testei. Vale a pena conferir. Todo este trâmite entre o receptor de GPS, Google Earth, TrackMaker e carta topográfica não costuma dar muitos erros de precisão, mas tem que se tomar cuidado com algumas configurações, especialmente um tal de datum. Já tive erros de uns 100 metros entre mapeamento de Google Earth e confirmando com o GPS no local, ainda estou aprendendo como corrigir isso.</p>
<div id="attachment_428" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-medium wp-image-428" src="/files/2009/08/IMG_2958-500x375.jpg" alt="Em Ilha Bela, procurando na carta topográfica alguma coisa interessante para explorar" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Em Ilha Bela, procurando na carta topográfica alguma coisa interessante para explorar</p></div>
<p>Geolocalização e tooodas as ferramentas com que contamos é um assunto extenso e complicado. Você pode perceber que eu falei das possibilidades desse fantástico aparelho sem entrar muitos detalhes técnicos e mesmo assim este post ficou gigante. Certamente isso daria um livro (razoavelmente grosso), e há alguns bons à disposição nas lojas de aventura. Com um aparelho de GPS e estando bem treinado em geolocalização você pode entrar e sair do mato a hora que quiser. Não precisará se preocupar tanto com guias, poderá conferir se está indo para o local desejado, e mesmo se não estiver, terá condições de voltar. Poderá ir muito mais longe e beneficiar mais pessoas ao compartilhar sua biblioteca de lugares.</p>
<p><em>P.S.: se você gostou deste post, no próximo artigo (que já está em edição) falarei sobre a mistura de fotografia com GPS</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.blag.us/gps/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>15</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Paraty: em alto-mar</title>
		<link>http://blog.blag.us/paraty-em-alto-mar/</link>
		<comments>http://blog.blag.us/paraty-em-alto-mar/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 May 2009 00:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lex</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relatos]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Camping]]></category>
		<category><![CDATA[Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[GPS]]></category>
		<category><![CDATA[Marcas]]></category>
		<category><![CDATA[Paraty]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://wordpress.aeon/?p=291</guid>
		<description><![CDATA[A principio, navegar de caiaque não tem segredos. Você está num barco simples com um remo, é fácil de concluir o que se deve fazer. Mas quando se tem mais de 50 quilos de equipamento e por volta de 20 quilômetros de percurso em alto-mar, com a possibilidade de chuva a coisa muda de figura. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A principio, navegar de caiaque não tem segredos. Você está num barco simples com um remo, é fácil de concluir o que se deve fazer. Mas quando se tem mais de 50 quilos de equipamento e por volta de 20 quilômetros de percurso em alto-mar, com a possibilidade de chuva a coisa muda de figura. Além do bom preparo físico, você precisa conhecer algumas coisinhas, como localização e um pouquinho sobre clima. Ter treinado algumas vezes antes numa represa calma é mais do que requerido. No que se refere a navegação, há um muuundo todo a ser descoberto: como ler uma carta nautica, saber o que é e como calcular a declinação magnética, e num mundo de tanta tecnologia um GPS se torna indispensável. E, ao contrário do <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u395157.shtml">Padre Voador</a>, você precisa saber usa-lo, e muito bem. Saber nadar parece obvio, certo ?</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009#5301303210855562802" target="blank"><img src="http://lh3.ggpht.com/_rZuWhPEJ164/SZIDLsmu_jI/AAAAAAAABqM/JGZT_XbILh8/s576/DSC04008.JPG" alt="" border="0"></a><br />Carregando o barco para a partida&nbsp;|&nbsp;<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009#5301303210855562802" target="blank">ver esta foto</a>&nbsp;|&nbsp;<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009" target="blank">ver álbum completo</a></div>
<p>Um caiaque oceânico se difere em alguns aspectos; ele é sempre de modelo fechado, tem quilha, e normalmente bagageiros. Em nossa viagem alugamos um lindíssimo e premiadíssimo Opium Cabo Horn. É um barco comprido, e já ouvi relatos desse barco sendo mal usado e quebrando ao meio ao enfrentar uma onda agressiva. O bom preparo físico é requerido para poder virar o barco no ângulo certo na entrada de ondas mais altas. Sim, é um barato sentir o barco pular ao atravessar as ondas, mas a brincadeira tem limites. Quanto aos bagageiros, por mais fechados que eles pareçam ser, tudo, mas absolutamente tudo vai dentro de sacos-estanque. E por isso que os espetaculares sacos-estanque da <a href="http://www.montanaltda.com.br/">Montana</a> (ou <a href="http://www.seatosummit.com/">SeaToSummit</a>) são tão formidáveis. São extremamente leves e flexíveis. Mas também tem seu lado mal: furam facilmente. Para o equipamento fotográfico da Joana, uma câmera <a href="http://www.dpreview.com/reviews/sonydslra700/">Sony Alpha A700</a> e mais três lentes, compramos um estanque só para essa finalidade (e um só para a lente tele). Esse estanque ficou boiando no cockpit dela no primeiro dia, e ao chegar na primeira praia, surpresa: a camera estava sequinha. Nos cockpits do barco havia um bom espaço, e conosco levamos camel backs com água doce, barrinhas de ceral, câmeras, mapas, equipamento de mergulho (nadadeiras, snorkel, máscara) e outras bobagens. Também adaptei meu GPS e a bússola esférica (que ganhei da Cris) logo a minha frente para nunca perder o rumo.</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009#5304710299256094466" target="blank"><img src="http://lh3.ggpht.com/_rZuWhPEJ164/SZ4d6V-D_wI/AAAAAAAAB4c/WGxkOZBAkjs/s800/DSC04014.jpg" alt="" border="0"></a><br />Instalando a bússola e o GPS&nbsp;|&nbsp;<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009#5304710299256094466" target="blank">ver esta foto</a>&nbsp;|&nbsp;<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009" target="blank">ver álbum completo</a></div>
<p>O primeiro dia em Paraty foi torturante. O mal tempo nos impedia de sair, chovia aleatoriamente e tínhamos que ficar olhando o Cabo Horn, sequinho dentro de sua garagem. Sem contar que o camping não era nada barato, R$25/dia por pessoa. Tédio também faz parte das maiores aventuras, e ter calma nessas horas é tão importante quanto nos momentos de agitação. Mas no dia seguinte finalmente partimos, com um tempo ainda nublado. E justamente nesse primeiro dia de remos que faríamos o trecho mais longo, e mais saltado para o alto-mar. E remamos para o infinito e adiante. Claro que em determinado momento a chuva veio. Remar sob chuva no mar, que experiência inesquecível. </p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009#5301303267720149442" target="blank"><img src="http://lh6.ggpht.com/_rZuWhPEJ164/SZIDPAcTucI/AAAAAAAABqc/p4aZQF2IUl8/s576/DSC02939.JPG" alt="" border="0"></a><br />Rema, rema, rema&nbsp;|&nbsp;<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009#5301303267720149442" target="blank">ver esta foto</a>&nbsp;|&nbsp;<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009" target="blank">ver álbum completo</a></div>
<p>Algumas horas mais tarde chegamos a primeira praia para descansar, retirar água do cockpit e ver se a chuva havia feito alguma vítima. Tudo na mais perfeita ordem, e a chuva ia e voltava em minutos. Trajes de neoprene são mesmo indispensáveis para esportes aquáticos. Seguimos nosso rumo, agora mais acostumados pelas primeiras horas e não muito tempo depois encontramos um restaurante a beira do saco do Mamanguá. O restaurante pertencia a viúva do seu Vivinho (que ironia). Pausa para um cervejinha geladinha e foi lá mesmo que passamos nossa primeira noite. E a segunda também, pelo mal tempo. Estavamos chateados, alugamos o barquinho por cinco dias e já havíamos perdido dois. Eu havia levado dois charutos cubanos, naquela noite fui fumar um bem longe, no escuro e na compania dos cachorros. Estava feliz e triste  ao mesmo tempo. Depois fui brincar um pouco com a camera e fazer algumas fotos em alta exposição.</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009#5301303479455236754" target="blank"><img src="http://lh4.ggpht.com/_rZuWhPEJ164/SZIDbVN4wpI/AAAAAAAABrE/a7FXuuSfiEc/s800/DSC04044.JPG" alt="" border="0"></a><br />Restaurante do seu Vivinho&nbsp;|&nbsp;<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009#5301303479455236754" target="blank">ver esta foto</a>&nbsp;|&nbsp;<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009" target="blank">ver álbum completo</a></div>
<p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009#5304710683867066882" target="blank"><img src="http://lh6.ggpht.com/_rZuWhPEJ164/SZ4eQuwdsgI/AAAAAAAAB8A/FPdNWxIrBeY/s800/DSC04103.jpg" alt="" border="0"></a><br />Nossa árvore de Natal&nbsp;|&nbsp;<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009#5304710683867066882" target="blank">ver esta foto</a>&nbsp;|&nbsp;<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009" target="blank">ver álbum completo</a></div>
<p>No terceiro, mar de almirante e céu de brigadeiro (ou o contrário). Indo a Paraty Mirim para comprar alguns itens que claramente fariam falta mais tarde, até pudemos mergulhar um pocu. Paramos no meio do Saco do Mamanguá e pulei do caiaque, colocando nadadeiras, máscara e snorkel dentro da água. A Jô foi remando enquanto eu seguia o barco mergulhando. Paraty tem águas claríssimas e é incrível a sensação de estar levitando.</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009#5301303750073489826" target="blank"><img src="http://lh6.ggpht.com/_rZuWhPEJ164/SZIDrFWTmaI/AAAAAAAABsI/c-dJc5YQ4n8/s576/DSC04146.JPG" alt="" border="0"></a><br />De volta para o mar&nbsp;|&nbsp;<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009#5301303750073489826" target="blank">ver esta foto</a>&nbsp;|&nbsp;<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009" target="blank">ver álbum completo</a></div>
<p>Mais tarde chegamos ao Restaurante da Ostra, do Dadico. Eles faziam uma caprichada porção de camarões, e Seu Dadico nos ofereceu um bom espaço para acampar. Resolvemos ficar lá mesmo e pedir mais uma porção dessa para nossa janta. A noite se iniciou o maior terror que já passei até hoje: fomos atacados pelos temíveis &#8220;porvinhas&#8221;. São borrachudos mínusculos<br />
que tem a inteligência de entrar por dentro do sobre-teto da barraca, passar facilmente pela tela e se juntar em dezenas, depois centenas e pouco mais milhares deles. Você pode ve-los se multiplicando bem na sua frente. São como Geremlins multiplicando-se após receberem uma gota de água. Dormir, impossível. Depois de mais de uma hora matando um-a-um, em menos de minutos eles multiplicavam-se novamente. Nem mesmo o tão elogiado repelente Exposis Extreme dava conta deles. Aliás, nem cócegas lhes fazia. Por volta das 4 ou 5 da manhã, não auentando mais ficar na barraca, fomos dormir numa casa em contrução logo a frente. Lá se foi uma noite pessimamente dormida.</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009#5301304052879386610" target="blank"><img src="http://lh3.ggpht.com/_rZuWhPEJ164/SZID8tY25_I/AAAAAAAABtQ/2NF99ud2OZc/s800/DSC04270.JPG" alt="" border="0"></a><br />Restaurante da Ostra&nbsp;|&nbsp;<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009#5301304052879386610" target="blank">ver esta foto</a>&nbsp;|&nbsp;<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009" target="blank">ver álbum completo</a></div>
<p>No dia seguinte, quando fui acertar as contas com o seu Dadico, o cachorro dele, Pluto, me mordeu. Fiquei com um baita vermelhão na perna esquerda, e o coitado do seu Dadico, morrendo de vergonha. Seguimos nossa viagem adentro ao saco do Mamanguá com o nosso barco amarelinho o qual eu já tinha me apegado (e eu já me entristecia de pensar em devolve-lo). Chegando ao fundo do Mamanguá, entramos no rio Irió. Apesar do cheiro do mangue, aquele lugar é lindo. Milhares de caranguejos enooormes com suas pinças afiadas (era possível ouvir suas pinçadas !) fechavam o cacete pois era época de acasalamento. Haviam tantos caranguejos que até nos galhos acima do rio, lá estavam eles. Confesso que dava até medo, de tantos e tão grandes que haviam. Avançamos alguns poucos quilômetros pelo rio quando decidimos voltar. E no caminho de volta, o caiaque encalhou no mangue. Tive que descer do barco, me atolar até a cintura do que mais parecia uma fossa gigante e puxar o caiaque. Machuquei muito meu pé nos galhos submersos, e a cada passada subia ainda mais aquele cheiro&#8230; pelo menos eu sabia que era algo vegetal e mineral e que muito possivelmente devia fazer bem para a pele. Mas não foi uma tarefa nada fácil.</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009#5301304614055703954" target="blank"><img src="http://lh5.ggpht.com/_rZuWhPEJ164/SZIEdX7t9ZI/AAAAAAAABvM/2pqV_SlKUSU/s800/DSC04414.JPG" alt="" border="0"></a><br />O rio Irió&nbsp;|&nbsp;<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009#5301304614055703954" target="blank">ver esta foto</a>&nbsp;|&nbsp;<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009" target="blank">ver álbum completo</a></div>
<p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009#5301304214046401298" target="blank"><img src="http://lh3.ggpht.com/_rZuWhPEJ164/SZIEGFyEYxI/AAAAAAAABuI/bdWJep5RqL0/s800/DSC04373.JPG" alt="" border="0"></a><br />Essa foto o mostra pouco menor que seu tamanho natural&nbsp;|&nbsp;<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009#5301304214046401298" target="blank">ver esta foto</a>&nbsp;|&nbsp;<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009" target="blank">ver álbum completo</a></div>
<p>Combinamos com o Paulo, o dono do caiaque, de entrega-lo na casa do Bebeti. Então, para lá fomos e achamos facilmente uma vez que eu havia marcado a localização no meu GPS. Como diria na música do Renato Russo: &#8220;lugar estranho com gente esquisita&#8230;&#8221; e aquela casa no meio do nada, com uma senhora muito idosa e não muito sociável e dois sujeitos saídos de um filme de terror adolescente (e um deles era o Bebeti). Mas não tinha jeito; tínhamos que acampar por lá pois não havia tempo para ir para Laranjeiras e nossas mochilas ainda estavam para ser entregues para nós. Então fomos arrumar nosso equipamento e o Bebeti e o amigo dele sentaram num banco do nosso lado. Acho que eles nunca viram tanto equipamento junto pois nos olhavam curiosamente, mas somente conversando entre eles. Mais um garoto apareceu por lá, e este bem mais sociável veio conversar conosco. Falávamos sobre a viagem, os porvinhas e o mangue.<br />&#8220;Já comeu caranguejo ?&#8221;, ele perguntou<br />&#8220;Não, tenho muita curiosidade&#8221;, respondi<br />&#8220;Então bóra caçar caranguejo no mangue !&#8221;<br />Não tive dúvida ! Peguei a câmera da Jô e fui pro meio do mangue, no fundo da casa caçar aqueles bichinhos que mais pareciam robozinhos. Não tive coragem de meter a mão na lama com medo de uma pinçada (afinal, já estava machucado demais), mas me prontifiquei a clicar a aventura. Encheram um saco enorme de caranguejos, que foram diretamente para a panela. Para quem nunca havia comido caranguejo, comi até demais. A Joana, que é baiana e cresceu comendo esses bichinhos, matou a saudade e esbaldou-se.</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009#5301304256725641650" target="blank"><img src="http://lh6.ggpht.com/_rZuWhPEJ164/SZIEIkxl6bI/AAAAAAAABuQ/n2xS0hLF1io/s800/DSC04390.JPG" alt="" border="0"></a><br />Manguetown&nbsp;|&nbsp;<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009#5301304256725641650" target="blank">ver esta foto</a>&nbsp;|&nbsp;<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009" target="blank">ver álbum completo</a></div>
<p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009#5301304783784257890" target="blank"><img src="http://lh6.ggpht.com/_rZuWhPEJ164/SZIEnQOKKWI/AAAAAAAABvk/1nRQkSWwqv0/s800/DSC04433.JPG" alt="" border="0"></a><br />&#8220;Fui no mangue catar caranguejo e conversar com o urubú&#8230;&#8221;&nbsp;|&nbsp;<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009#5301304783784257890" target="blank">ver esta foto</a>&nbsp;|&nbsp;<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009" target="blank">ver álbum completo</a></div>
<p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009#5304711550309156258" target="blank"><img src="http://lh5.ggpht.com/_rZuWhPEJ164/SZ4fDKgWxaI/AAAAAAAACbI/jd8GEry4HII/s800/DSC04452.jpg" alt="" border="0"></a><br />Não sobrou nada&nbsp;|&nbsp;<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009#5304711550309156258" target="blank">ver esta foto</a>&nbsp;|&nbsp;<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009" target="blank">ver álbum completo</a></div>
<p>Estava um agradável fim de tarde, e estávamos cansados e com sono. Eu consegui dormir algumas horas até anoitecer. A noite, o inferno novamente. Porvinhas multiplicavam-se dentro da barraca. Morrendo de sono e mal humorados, vestimos calça, meia e camiseta e cobrimos a cabeça com toalha. Foi a única forma de dormir um pouco, porque o calor era insuportável. Foram duas noites com pouquíssimas horas de sono. Por via das dúvidas, o facão estava ao meu lado, desembaiado.
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009#5301304955862148978" target="blank"><img src="http://lh6.ggpht.com/_rZuWhPEJ164/SZIExRQuZ3I/AAAAAAAABwE/QgdwefM6ImE/s800/DSC04459.JPG" alt="" border="0"></a><br />Cartão postal&nbsp;|&nbsp;<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009#5301304955862148978" target="blank">ver esta foto</a>&nbsp;|&nbsp;<a href="http://picasaweb.google.com/blagus/Paraty2008A2009" target="blank">ver álbum completo</a></div>
<p>No dia seguinte nossas mochilas chegaram. Com uma lágrima no olho despedi daquele formidável barquinho. Já sabia que iria sentir saudades dele e agora mesmo enquanto escrevo este artigo ainda sinto saudades. Me despedi do pessoal do Bebeti com alivio e um pouco de culpa pela minha desconfiança. Seguimos uma trilha tranquila até Laranjeiras. Já haviam passado cinco dias desde que chegamos a Paraty e eu ainda tinha onze dias</p>
<p> pela frente (Joana, apenas cinco).</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.blag.us/paraty-em-alto-mar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Planejamento</title>
		<link>http://blog.blag.us/post-planejamento/</link>
		<comments>http://blog.blag.us/post-planejamento/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 01:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lex</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Downloads]]></category>
		<category><![CDATA[GPS]]></category>
		<category><![CDATA[Paranapiacaba]]></category>
		<category><![CDATA[Paraty]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://wordpress.aeon/?p=288</guid>
		<description><![CDATA[Olá caros amigos do esporte! Já faz um bom tempo que não publico nada aqui. Os poucos leitores ocasionais que eu tinha já devem ter se enchido o saco e nunca mais voltado. Sobra o um ou dois do RSS. Desde que eu comprei meu notebook tenho trabalhado que nem um maluco e acabei não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá caros amigos do esporte! Já faz um bom tempo que não publico nada aqui. Os poucos leitores ocasionais que eu tinha já devem ter se enchido o saco e nunca mais voltado. Sobra o um ou dois do RSS. Desde que eu comprei meu notebook tenho trabalhado que nem um maluco e acabei não conseguindo fazer nenhuma aventura.</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://img403.imageshack.us/img403/4044/dsc02873lownc9.jpg" target="blank"><img src="http://img403.imageshack.us/img403/4044/dsc02873lownc9.jpg" border="0" alt="" /></a></div>
<p>Mas a abstinência está falando mais alto: suadeira, tremedeira, calafrios: falta de adrenalina. E como é final do ano, é claro que estamos todos planejando nossa viagem de reveillón. O meu planejamento começa com uma pergunta muito simples, quase sempre direcionada ao meu chefe: quantos dias eu terei de folga ? A segunda pergunta é para meu planejamento financeiro: para onde eu posso ir ? Essas duas perguntas podem reduzir suas opções de Nepal ou Machu Picchu à Praia Grande. Uma vez definido calendário e orçamento, sobram duas opções: lugar novo ou algum velho conhecido. Muitas vezes eu opto por lugares conhecidos, pois cada um deles é um pequeno universo que eu tenho o prazer de conhecer melhor ainda a cada ida. Você já deve ter lido repetidas vezes eu falando sobre Paranapiacaba e Paraty. São os lugares que eu mais gosto e que menos corro o risco de errar. Quando minha agenda permite várias viagens no decorrer do ano, arrisco a conhecer lugares novos; caso negativo acabo indo para meus prediletos: são lugares seguros, em que não terei grandes surpresas, e será divertido da mesma forma. Este ano tudo indica que será a conhecida Ponta da Juatinga em Paraty.</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://img227.imageshack.us/img227/3381/img2958gi0.jpg" target="blank"><img src="http://img227.imageshack.us/img227/3381/img2958gi0.jpg" border="0" alt="" /></a></div>
<p>Para o caso de lugares novos, uma das tarefas mais comuns é aquela navegada na internet à caça de referências: como são e onde estão as trilhas, e o que quase sempre se encontra são mapinhas feitos à mão ou cansativas descrições em texto da aventura que você quer fazer. Há muito tempo eu procuro um único repositório de arquivos de GPS com as trilhas que gostaria de fazer, mas isso sempre foi muito escasso: boa parte do pessoal de aventura não é lá muito fã de tecnologia. Então o que acaba acontecendo é eu fazer uma prévia no Google Earth, e coloca-la em meu GPS. E no mundo real eu acabo fazendo a trilha prevista e montando meu pequeno acervo de GTMs e KMLs. Sendo um cara que trabalha com tecnologia ainda tenho esperanças de ver a biblioteca que falei acima se tornar realidade; enquanto isso não acontece vou fazendo a minha. E como estou fazendo força para deixar de ser um sujeito egoísta, vou compartilhar com vocês os tracklogs mais detalhados que tenho em mãos.</p>
<h3>Paranapiacaba</h3>
<p>Se você já leu meus outros posts deve estar cansado de ler sobre lá. Sem mais delongas: abaixo a compilação de todas as trilhas, ferrovias, pontes, túneis acampamentos e lagos desse místico lugar.</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://blog.blag.us/files/2009/08/Paranapiacaba-build-19-most-complete.kml"><img src="http://img227.imageshack.us/img227/1953/geparanapiacabafm0.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
Serra de Paranapiacaba | <a href="http://blog.blag.us/files/2009/08/Paranapiacaba-build-19-most-complete.kml">baixar arquivo em Google Earth</a></div>
<h3>Paraty</h3>
<p>A primeira vez que cheguei a uma de suas várias praiazinhas desertas, usei minha mente para fotografar o retrato mais belo que vi em minha vida: eu, com minha mochila na cabeça, tinha acabado de descer do barulhento barquinho que havia nos levado até lá. Eu estava com água até a altura do peito. Olhei para meu pé. Sim, olhei para meu pé, mesmo com água no peito. E em seguida olhei para o velho barquinho de pescador: ele flutuava na água cristalina e eu podia ver sua sombra na areia, como se ele estivesse levitando. Foi uma imagem tão surreal que por alguns momentos pensei estar sonhando (ou drogado). A praia, se chamava Praia do Sono, veja você. E com dois passos pude sair da água, pois era uma praia de tombo — e eu nunca tinha visto uma antes. Abaixo está descrito no arquivo do Google Earth todas as praiazinhas do lugar mais lindo do mundo: a ponta da Juatinga. Se você tiver uma semana livre, não deixe de trilhar por todas elas. E ainda, se puder, dormir sob a lua cheia no farol da ponta.</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://blog.blag.us/files/2009/08/Juatinga-build-03f-changes-on-styles.kml"><img src="http://img509.imageshack.us/img509/6829/geparatijuatingahr9.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
Ponta da Juatinga em Paraty | <a href="http://blog.blag.us/files/2009/08/Juatinga-build-03f-changes-on-styles.kml">baixar arquivo em Google Earth</a></div>
<h3>Ilhabela</h3>
<p>Foi lá que fiz meu record pessoal de solos: 8 dias sozinho, trilhando por toda a parte sul da ilha. Minha vontade era fazer a ilha toda, mas a parte norte é quase impossível pela falta de trilhas. Mas este projeto está anotado na minha lista de pendências. Este arquivo está muito bem detalhado pois lá mesmo num dia de saco cheio fiquei marcando no meu GPS todas as praias e morros. Apesar das belas praias, uma pequena decepção: algumas delas são idiotamente protegidas por caseiros truculentos e ricassos parvos, mas ainda assim vale o passeio.</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://blog.blag.us/files/2009/08/Ilha-Bela-Complete-build-01-bounderies-roads-and-waypoints.kml"><img src="http://img408.imageshack.us/img408/2619/geilhabelaqm6.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
Ilhabela no litoral norte de São Paulo | <a href="http://blog.blag.us/files/2009/08/Ilha-Bela-Complete-build-01-bounderies-roads-and-waypoints.kml">baixar arquivo em Google Earth</a></div>
<h3>Ecovias</h3>
<p>Quando criança, fazia muitas viagens de família descendo o complexo Anchieta-Imigrantes. E como toda criança, ficava vendo, maravilhado, aquele monte de túneis e a vista espetacular. E uma das coisas que eu via era uma série de pequenas estradinhas cruzando a rodovia principal. Ficava me questionando: de onde elas vem ? Para onde vão ? Como deve ser viajar por elas ? Desse desejo de infância aliada a espetacular tecnologia do Google Earth (conheci ele ainda na época do KeyHole) pude mapear todo o complexo, com cada uma dessas estradinhas que tanto aguçaram-me na infância. A idéia é trilhar por essas estradinhas e me parece que o melhor meio é de motocicleta. Este é um projeto não concluído que coloco à disposição de quem tiver a mesma curiosidade que eu.</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://blog.blag.us/files/2009/08/Ecovias-build-03.kml"><img src="http://img354.imageshack.us/img354/4461/geecoviasdv4.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
Complexo Anchieta-Imigrantes | <a href="http://blog.blag.us/files/2009/08/Ecovias-build-03.kml">baixar arquivo em Google Earth</a></div>
<h3>Checklist</h3>
<p>Como bom cabeça-de-vento que sou, não poderia deixar de ter uma lista com tudo o que tenho que levar para minhas viagens. Já faz alguns anos que criei o check list abaixo, e nele adicionei tudo o que faz parte do meu equipamento, e tudo o que faz parte do ritual de arrumar o mochilão. Não há dúvidas que nesta planilha há coisas demais; mas calma, não é para levar tudo ! Cada viagem pede que você analise o que será necessário. Quase sempre o imprimo para levar para o mercado também. Faça uma cópia para você e customize-a de acordo com a sua realidade; e claro, não deixe de me enviar uma cópia !</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://blog.blag.us/files/2009/08/Check-List-build-06-vertical.xls"><img src="http://img528.imageshack.us/img528/1600/checklistvs8.gif" border="0" alt="" /></a><br />
Check List | <a href="http://blog.blag.us/files/2009/08/Check-List-build-06-vertical.xls">baixar arquivo em Excel</a></div>
<p>Com este post espero ter contribuído para a sua viagem. Não deixe de compartilhar comigo suas experiência também !</p>
<p><em><strong>update: </strong>este post foi atualizado (os links antigos estavam quebrados) e com a versão mais recente de cada arquivo</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.blag.us/post-planejamento/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
