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	<title>blogus &#187; Downloads</title>
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	<description>o blog das aventuras do blagus</description>
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		<title>Como organizar a mochila</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 13:51:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lex</dc:creator>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
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		<category><![CDATA[Camping]]></category>
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		<description><![CDATA[Atendendo a milhares de pedidos de fãs ensandecidos que lotaram a redação do blogus com suas cartas, sem mais delongas, apresento o infográfico de como organizar a mochila. Se era só isso que você queria, pode escolher a versão desejada (PDF ou Jpeg), imprimi-lo e pendurar junto aos seus equipamentos, no melhor estilo pôster de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atendendo a milhares de pedidos de fãs ensandecidos que lotaram a redação do <em>blogus</em> com suas cartas, sem mais delongas, apresento o infográfico de como organizar a mochila. Se era só isso que você queria, pode escolher a versão desejada (<a href="/files/2010/02/Organizando-a-mochila-v06.pdf">PDF</a> ou <a href="/files/2010/02/Organizando-a-mochila-v06.jpg">Jpeg</a>), imprimi-lo e pendurar junto aos seus equipamentos, no melhor estilo <em>pôster de mulher pelada em borracharia</em>. Mas, se você quer mais dicas sobre esta nobre arte, revelada a poucos iniciados em cultos mágicos secretos dos sherpas das montanhas azuis, não deixe de ler o resto do artigo.</p>
<p><a name="#infografico"></a><br />
<a href="/files/2010/02/Organizando-a-mochila-v06.jpg">Olhar o infográfico como imagem</a> (para visualizar aqui no blog)<br />
<a href="/files/2010/02/Organizando-a-mochila-v06.pdf">Baixar o infográfico em formato PDF</a> (em alta resolução no Acrobat Reader, para impressão)</p>
<div id="attachment_1344" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="/files/2010/02/Organizando-a-mochila-v06.jpg"><img class="size-full wp-image-1344" title="O tão esperado infográfico" src="/files/2010/02/Organizando-a-mochila-v06-preview.jpg" alt="" width="500" height="359" /></a><p class="wp-caption-text">O tão esperado infográfico</p></div>
<h3>Escolhendo a mochila</h3>
<p>Uma boa mochila cargueira é um equipa que dá gosto de adquirir porque costuma durar muuuito tempo. A minha Trilhas e Rumos Crampon 77 é o meu item mais antigo e está beirando os oito anos, mas com corpinho de dois. Já passou por uma cirurgia de redução de buracos e um botox para uma esticada nas linhas de expressão. Então, compre uma mochila decente (leia-se: gaste um pouco mais, seu pão-duro) porque no caso de uma escolha errada você terá que aturá-la por muito tempo (não soa <em>mesmo</em> como um casamento?).</p>
<p>Dê preferência por aquelas que tem muitas divisões e recursos técnicos (como acessos frontais, suporte à CamelBak, tampa telescópica, bolsos retráteis), mas que seja especialmente confortável. Sistemas de armação rígida são obrigatórios. Barrigueiras muito bem acolchoadas também. Dê preferência a uma que tenha muitos ajustes para vocês ficarem mais coladinhos um no outro.</p>
<div id="attachment_1341" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1341" title="Cada um na sua, mas com alguma coisa em comum" src="/files/2010/01/mochila-DSC08565.jpg" alt="" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Cada um na sua, mas com alguma coisa em comum</p></div>
<p>As marcas que recomendo são <a href="http://www.thenorthface.com.br/">The North Face</a>, <a href="http://www.deuter.com.br/">Deuter</a>, <a href="http://www.ospreypacks.com/">Osprey</a>, <a href="http://www.salewa.com/">Salewa</a> e <a href="http://www.curtlo.com.br/">Curtlo</a>. Não gosto das Trilhas e Rumos, mas na <a href="http://www.trilhaserumos.com.br/produtos/produtos_descricao.asp?codigo_produto=130">Crampon Tech 77</a> (e somente na Crampon Tech 77) eles fizeram um excelente trabalho e eu acho que é essa a melhor relação custo/benefício. Explore cada mínimo detalhe da sua mochila, olhe como funciona cada zíper, descubra todos os compartimentos, saiba que lado da cama ela dorme, pergunte seu filme predileto. Ao chegar em casa, encha-a de coisas volumosas e pesadas (sacos de arroz, cobertores grossos, garrafas pet cheias de água) e peça ajuda de um universitário para fazer os devidos ajustes. Se você quer ser um bom aventureiro, prepare-se para ser tachado de louco.</p>
<div id="attachment_1337" class="wp-caption alignnone" style="width: 385px"><img class="size-full wp-image-1337" title="Há quem ame tanto sua mochila ao ponto de dormir com ela" src="/files/2010/01/mochila-DSC00123.jpg" alt="" width="375" height="500" /><p class="wp-caption-text">Há quem ame tanto sua mochila ao ponto de dormir com ela</p></div>
<h3>Distribuição de peso</h3>
<p>A cerimônia de fechamento de mochila é um ritual nobre, que deve ser feito com critério e uma boa dose de nóias com organização. Faça-o um ou dois dias antes de sair para viajar, e se a trip tiver mais de 2 dias de duração, pode ter certeza que esta dança levará mais de 3 horas. Eu levo 5 horas, contadas a partir da hora de chegada do mercado, com os itens recém-comprados que vão no backpack, <em>como dizem os americanos</em>. Siga o infográfico e seja feliz. E não esqueça de usar sacos estanques em tudo que não pode molhar: roupas e saco de dormir, principalmente.</p>
<div id="attachment_1338" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1338" title="Não deixe sua mochila te castigar" src="/files/2010/01/mochila-DSC00953.jpg" alt="" width="500" height="333" /><p class="wp-caption-text">Não deixe sua mochila te castigar</p></div>
<h3>Pacotinho</h3>
<p>A mochila deve se comportar como um anão de jardim: deve ficar em pé sozinha. O maior segredo é colocar a barraca dobrada em forma quadrada ou retangular no fundo da mochila. Feito isso e estando descalço, comece a cômica cena de adentrar na mochila, e pisotear a barraca no fundo para ela ir assentando. Comece a preencher a mochila pelo seu corpo principal, deixando as bolsas laterais e superiores por último.</p>
<p>Aqui você percebe como é importante ter todos os itens que serão adicionados à ela muito bem distribuídos em uma mesa de modo que facilite sua decisão de qual será o próximo item a entrar. E conforme for adicionando as coisas, sacuda a mochila para assentar o conteúdo. Não tenha dó: pode bater a valer, ela nega, mas gosta. Só espero que você não more um apartamento cujo vizinho de baixo seja reclamão. Preencha todos os mínimos espaços vazios encaixando tudo bonitinho, e o mais importante: não deixe nenhuma ponta do que quer que seja. Certa vez, em Paraty, tive que esmurrar uma quina de panela que me incomodava nas costas. Depois disso, a sua tampa nunca mais se encaixou. E foi também depois deste episódio que eu passei a usar pratos rasos e colocá-los de pé em forma de escudo na parte que vai às costas. Conforto garantido. Se ao final sua mochila ficar em pé sozinha, parabéns. Caso contrário, tire tudo de dentro e comece novamente. No último fim de ano fui obrigado a fazer isso num dia de pressa: a mochila ficou péssima e perdi o dobro do tempo refazendo tudo.</p>
<div id="attachment_1339" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1339" title="Foi engraçado ver a reação das pessoas ao chegar no trabalho" src="/files/2010/01/mochila-DSC02873.jpg" alt="" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Foi engraçado ver a reação das pessoas ao chegar no trabalho</p></div>
<h3>Praticidade</h3>
<p>Tenha uma lista mental de qual item você irá precisar com mais frequência (headlamp, barrinha de cereal, CamelBak, GPS, casaco corta-chuva etc.). Estes serão os últimos a entrar e ficarão alojados nos bolsos lateriais e tampas superiores. Itens pendurados? <strong>Nem pensar</strong>! No máximo o boot de caminhada (enquanto você viaja confortavelmente de chinelão ou papete), mas prenda-o com alguns mosquetes, não confie nunca na fita de aperto sozinha.</p>
<div id="attachment_1340" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1340" title="Se for para pegar algo, que seja rápido" src="/files/2010/01/mochila-DSC07858.jpg" alt="" width="500" height="333" /><p class="wp-caption-text">Se for para pegar algo, que seja rápido</p></div>
<p>Se você já tem a sua fiel companheira, este artigo tem como objetivo apimentar a relação de vocês dois. Se você ainda não tem, procure uma agora mesmo! Ela está por aí no mundo, procurando por você também. Vocês viverão momentos felizes juntos e também passarão por algum perrengue. Mas não vão se desgrudar um segundo.</p>
<p><strong><em>Ótimas aventuras!</em></strong></p>
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		<title>Metadata e geocodificação</title>
		<link>http://blog.blag.us/metadata-e-geocodificacao/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 14:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lex</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Downloads]]></category>
		<category><![CDATA[Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[GPS]]></category>

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		<description><![CDATA[Assustou com o título do post? Bem, hoje voltaremos a falar sobre tecnologias, como no post sobre GPS. Falarei sobre fotos digitais e geocodificação. O primeiro conceito maluco a ser explicado é o de metadata (ou metadados), e com base nisso, como colocar em sua foto informações de latitude e longitude, e depois exibi-la num [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assustou com o título do post? Bem, hoje voltaremos a falar sobre tecnologias, como no <a href="/gps">post sobre GPS</a>. Falarei sobre fotos digitais e geocodificação. O primeiro conceito maluco a ser explicado é o de metadata (ou metadados), e com base nisso, como colocar em sua foto informações de latitude e longitude, e depois exibi-la num mapinha no Flickr ou fazê-la aparecer nas fotos do Google Earth.</p>
<h3>Metadata</h3>
<p>Por analogia, é muito fácil pensar que uma foto digital é a mesma coisa que a analógica, só que digital. Vamos pensar um pouco além: assim como qualquer documento eletrônico, uma foto digital é informação.  A imagem é descrita dentro do arquivo em forma de texto, mas na linguagem do computador.</p>
<div id="attachment_959" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-959" src="/files/2009/10/metadata-geolocalizacao-P1020011.JPG" alt="Olhe o que faz este botãozinho" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Olhe o que faz este botãozinho</p></div>
<p>Mas já que os fabricates das câmeras digitais podem gravar o que bem entenderem nos respectivos arquivos de imagens (as fotos propriamente ditas), ocorreu-lhes uma brilhante ideia: por que não gravar junto os dados relativos à imagem, tais como abertura, exposição, distância focal, balanço de branco, número ISO, a que hora a foto foi tirada, se foi disparado o flash? Pois foi isso que eles fizeram. E alguns grupos de padronização criaram normas para que todos os fabricantes o fizessem da mesma forma, facilitando a vida dos desenvolvedores de software para que, por sua vez, estes criassem programas que pudessem ler essas informações de qualquer câmera. Percebeu que temos aqui informação <em>sobre</em> informação? Isso é chamado metadata. E os padrões de metadata mais comuns para fotos digitais são o EXIF e o XMP.</p>
<div id="attachment_961" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-961" src="/files/2009/10/metadata-geolocalizacao-screenshot-bridge-metadata.jpg" alt="Informações relativas a foto digital no Adobe Bridge" width="500" height="500" /><p class="wp-caption-text">Informações relativas à foto digital no Adobe Bridge</p></div>
<h3>Geocodificação</h3>
<p>Os padrões de metadata foram concebidos de modo que outras informações, além das configurações da câmera no momento da captura da foto, também possam ser adicionadas à imagem. Foram previstos campos para autor (assim como todos seus dados, como telefone, endereço etc.), título, categoria; enfim, uma infinidade de informações. Mas o que faz total diferença são os dados referentes à geolocalização: latitude, longitude, e ocasionalmente, altitude. Adicionando esta informação, a foto passa a ser localizável: você não precisará lembrar mais onde ela foi tirada! Basta olhar estas informações e logo você saberá onde ela foi feita.</p>
<p>Mas se você ainda estiver querendo mais vantagens em geolocalizar fotos, aqui vai uma boa: Google Earth. O grande barato deste onipresente programa também são as fotos postadas e geolocalizadas no <a href="http://www.panoramio.com/">Panoramio</a> que passam a fazer parte do Earth, permitindo uma visão do nível da terra daquele ponto fotografado pelo satélite (que maluquice: a foto da foto!). No caso de trilhas, a mata encobre completamente a visão das fotos por satélite, mas as fotos em terra geolocalizadas são um excelente material de apoio, que eu costumo usar quando pesquiso por novos lugares a visitar.</p>
<div id="attachment_964" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-964" src="/files/2009/10/metadata-geolocalizacao-screenshot-earth.jpg" alt="Foto em exibição no Google Earth: ela não poderia ter sido tirada do satélite" width="500" height="250" /><p class="wp-caption-text">Foto em exibição no Google Earth: ela não poderia ter sido tirada do satélite</p></div>
<h3>Geocodificando</h3>
<p>A primeira forma de inserir os dados de geolocalização, mais fácil, é também a mais óbvia: que sua câmera tenha GPS. No caso do iPhone (de segunda ou terceira geração) ou qualquer smartphone com GPS e câmera embutidos, a foto já é geocodificada automaticamente. A segunda forma é a que eu mais uso: vou fotografando e ao mesmo tempo marcando a foto no meu GPS; ao chegar em casa, transfiro esses dados para a foto usando o GeoSetter (calma, já explico!). A terceira forma é você usar um mapa (em papel ou via Google Maps) e descobrir (lembrar!) por si mesmo onde a foto foi feita.</p>
<div id="attachment_958" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-958" src="/files/2009/10/metadata-geolocalizacao-IMG_8540.JPG" alt="Não posso me esquecer onde fiz esta foto" width="500" height="333" /><p class="wp-caption-text">Não posso esquecer onde fiz esta foto</p></div>
<h3>GeoSetter</h3>
<p>Minha vida passou a ficar mais alegre quando descobri um software chamado <a href="http://www.geosetter.de/en/">GeoSetter</a>, criado pelo alemão Friedemann Schmidt. Nele há um painel à esquerda que exibe as fotos, e outro painel à direita que exibe um mapa. Basta escolher a posição no mapa e aplicar às fotos selecionadas. Sendo assim, é muito fácil adicionar uma determinada localização a mais de uma foto por vez. Quer mais? Selecionando um arquivo previamente geocodificado, será exibida no mapa a sua localização. Além disso, também há campos para digitar a latitude e a longitude manualmente. Existe uma série de recursos bacanas, como visualização de imagens, uma completíssima janela que exibe todos os metadados, a possibilidade de guardar seus locais prediletos para uso futuro e muito mais. O provedor de fotos de satélite é o onipresente Google. Passado o susto inicial (pois ele é razoavelmente técnico), você não consegue mais viver sem ele.</p>
<div id="attachment_972" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.geosetter.de/en/"><img class="size-full wp-image-972" src="/files/2009/10/metadata-geolocalizacao-geosetter.jpg" alt="GeoSetter: passado o susto inicial, não é mais possível viver sem ele" width="500" height="302" /></a><p class="wp-caption-text">GeoSetter: passado o susto inicial, não é mais possível viver sem ele</p></div>
<h3>Internet</h3>
<p>Geocodificar suas fotos e guardá-las no disco rígido é apenas metade da brincadeira. Ao enviar suas fotos para serviços de compartilhamento de fotos, como <a href="http://www.flickr.com/">Flickr</a> ou <a href="http://picasaweb.google.com/">Picasa</a>, estes reconhecem os metadados de GPS e exibem um mapinha de onde a foto foi feita. No caso de trilhas com fotos sequenciais, <a href="http://picasaweb.google.com/lh/albumMap?uname=blagus&amp;aid=5213242037003506993#map">suas fotos ficam espalhadas pelo mapa</a>, na ordem e local em que foram feitas! Mas se você quer entrar para o hall da fama, <a href="http://www.panoramio.com/">crie uma conta no Panoramio</a>. É através deste serviço que as fotos exibidas no Google Earth são selecionadas e posteriormente exibidas lá. Esta é a melhor forma de ajudar quem quer conhecer um determinado lugar para uma visitação futura.</p>
<div id="attachment_976" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/blagus/map/"><img class="size-full wp-image-976" src="/files/2009/10/metadata-geolocalizacao-flickr.jpg" alt="Fotos mapeadas no Flickr. Quem diria que aqui no meio do nada há um túnel ?" width="500" height="357" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos mapeadas no Flickr. Quem diria que aqui no meio do nada há um túnel?</p></div>
<p>Bem, agora é só começar a brincadeira! E não deixe de me mostrar os resultados&#8230;</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px;">
<h2>Convite</h2>
<p>Em breve será meu aniversário e este ano estou empolgado a comemorar. O negócio é o seguinte: quero ir com todos vocês para o mato! Será uma trilhinha de um final de semana, no rio Mogi em Paranapiacaba, da noite da sexta-feira 13 (hohoh !) até domingo dia 15. Se você estiver interessado, <a href="mailto:aniversario-no-mato@blag.us">mande-me um e-mail</a> e eu responderei com maiores detalhes.</div>
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		<title>Organizando a barraca e o acampamento</title>
		<link>http://blog.blag.us/infografico-barraca/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 18:25:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lex</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Camping]]></category>
		<category><![CDATA[Downloads]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>

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		<description><![CDATA[A psicopatologia mais legal do mundo é o transtorno-obsessivo-compulsivo (TOC). Se você já assistiu Monk sabe qual é: não pisar nas bordas, ter seu guarda-roupa organizado cromaticamente, ter um método certinho para cada coisa a se fazer. É a doença perfeita para profissionais de minha área, que é desenvolvimento de sistemas, em que tudo precisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A psicopatologia mais legal do mundo é o transtorno-obsessivo-compulsivo (TOC). Se você já assistiu Monk sabe qual é: não pisar nas bordas, ter seu guarda-roupa organizado cromaticamente, ter um método certinho para cada coisa a se fazer. É a doença perfeita para profissionais de minha área, que é desenvolvimento de sistemas, em que tudo precisa estar meticulosamente no lugar. E é claro que eu levei toda essa metodologia para a natureza.</p>
<div id="attachment_924" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-medium wp-image-924" src="/files/2009/10/DSC04477-500x333.jpg" alt="organização ao extremo" width="500" height="333" /><p class="wp-caption-text">organização ao extremo</p></div>
<p>Você já se pegou no meio da noite procurando a lanterna dentro da barraca? Ou não sabia onde estava o molho de tomate na hora da janta? Ser metódico e organizado é algo que facilita muito a vida. Baseado nisso (e na preguiça de escrever um artigo mais longo) que eu criei um infográfico sobre como organizar os equipamentos dentro da barraca e detalhes sobra a área do acampamento.</p>
<div id="attachment_922" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-medium wp-image-922" src="/files/2009/10/DSC00160-500x375.jpg" alt="&quot;cadê meu ursinho ?&quot;" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">&quot;cadê meu ursinho ?&quot;</p></div>
<p>Confesso ter feito correndo, acredito que poderia ter muito mais dicas e detalhes. Mas estou na tentação de fazer uma série desses, afinal, uma imagem vale mil palavras, não ?</p>
<div style="text-align:left;">
<dl class="wp-caption alignnone" style="width:510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="/files/2009/10/Infográfico-Barraca.jpg"><img class="size-full" src="/files/2009/10/Infográfico-Barraca-500x352.jpg" alt="Infográfico: Organizando a barraca e o acampamento" width="500" height="352" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Infográfico: Organizando a barraca e o acampamento</a></dd>
</dl>
</div>
<p><a href="/files/2009/10/Infográfico-Barraca.jpg">Olhar o infográfico como imagem</a> (para visualizar aqui no blog)<br />
<a href="/files/2009/10/Infográfico-Barraca.pdf">Baixar o infográfico em formato PDF</a> (em alta resolução no Acrobat Reader, para imprimir e levar junto)</p>
<p><em>estes arquivos podem ser copiados, distribuídos e publicados em qualquer lugar, desde que mantendo meus créditos e com um <a href="http://blog.blag.us/">link para este blog</a></em></p>
<p>Espero ajudar na organização dos seus próximos acampamentos!<br />
abraços</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>GPS</title>
		<link>http://blog.blag.us/gps/</link>
		<comments>http://blog.blag.us/gps/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 12:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lex</dc:creator>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Downloads]]></category>
		<category><![CDATA[GPS]]></category>
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		<category><![CDATA[Trekking]]></category>

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		<description><![CDATA[Global Positioning System é uma dádiva da tecnologia. Por muitos anos foi muito caro e aventureiros bons em navegação torciam o nariz pois não queriam confiar suas vidas em um aparelhinho dependente de pilhas. Não tiro a razão deles&#8230; mas a tecnologia atual está tão confiável (e o melhor, barata) que eu acho o aparelhinho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Global Positioning System é uma dádiva da tecnologia. Por muitos anos foi muito caro e aventureiros bons em navegação torciam o nariz pois não queriam confiar suas vidas em um aparelhinho dependente de pilhas. Não tiro a razão deles&#8230; mas a tecnologia atual está tão confiável (e o melhor, barata) que eu acho o aparelhinho indispensável. Mas ao ler este artigo, tenha uma coisa em mente: se você está acostumado com o GPS do seu carro, que lhe diz exatamente aonde ir, no agreste a coisa é bem diferente. Ele é uma ferramenta de localização valiosa, mas que não substitui o seu julgamento e a necessidade de muito treinamento.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: left;">
<dl id="attachment_225" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-225" src="/files/2009/08/GPS-e-Cerveja.jpg" alt="GPS, bússola, mapa, celular e cerveja: qual item não deveria pertencer à cena ?" width="500" height="375" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">GPS, bússola, mapa, celular e cerveja: qual item não deveria pertencer à cena?</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: left;">No momento em que escrevo este artigo, temos 30 satélites para o envio de sinal de GPS em funcionamento. Eles emitem um sinal aberto, que qualquer civil com um aparelho receptor pode decodificar. Traduzindo: o sistema é gratuito. O receptor de GPS recebe o sinal de vários satélites, e se pelo menos 3 deles estiverem em uma formação triangular, através de complexas equações aritméticas o aparelho irá calcular sua latitude e longitude (e se possível altitude) em nosso planeta. Não se iluda: é comum ficar sem sinal em um vale ou mata muito fechada.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: left;">
<dl id="attachment_216" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-216 " title="Satélites do sistema de GPS" src="/files/2009/08/gps-3.jpg" alt="Os satélites do sistema de GPS em órbita" width="400" height="266" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Os satélites do sistema de GPS em órbita</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: left;">O sistema entrou em atividade em 1978, inicialmente para uso militar, depois na aviação civil e finalmente para uso doméstico. Há alguns anos, a faixa doméstica era poluída com um ruído intencional, de modo a piorar a precisão (temia-se que o sistema fosse usado pelos inimigos dos EUA), mas isso já foi abolido. A precisão atual, que depende do receptor e do local onde se está é de um raio que pode variar entre 100 e 5 metros. Não muito tempo atrás, o receptor era um artigo caro, e normalmente usado para aplicações muito específicas (navegação no mar, resgate, grandes expedições&#8230;). Mesmo quando comprei meu receptor, no final de 2004, era um equipamento raro entre os aventureiros.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: left;">
<dl id="attachment_234" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-medium wp-image-234" src="/files/2009/08/Venture-e-eu-500x308.jpg" alt="meu onipresente Garmin eTrex Venture" width="500" height="308" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Meu onipresente Garmin eTrex Venture</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: left;">Finalmente chegamos a 2009! Receptores de GPS &#8220;explodiram&#8221; no mercado, barateando seu custo devido a quantidade produzida. Mas os aparelhos que encontramos à disposição quase sempre são os automotivos: eles têm mapas de ruas, falam e não são à prova d&#8217;água. Nós, aventureiros, precisamos de receptores de GPS específicos para as nossas necessidades. Os receptores embutidos nos smartphones são uma excelente opção, desde que sejam usados com o software adequado. O meu eTrex Venture está velhinho e estou louco para aposentá-lo e em seu lugar colocar um iPhone da segunda ou (melhor ainda) terceira geração.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: left;">
<dl id="attachment_231" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-medium wp-image-231" src="/files/2009/08/iPhone-3GS-500x298.jpg" alt="iPhone 3GS: GPS, bússola, camera para fotos e vídeos, reproduz música, filmes, navega na internet, e também é um telefone celular. Apenas tenha cuidado: não é a prova d'água" width="500" height="298" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">iPhone 3GS: GPS, bússola, câmera para fotos e vídeos, reprodução de música e filmes, navegação na internet, e também é um telefone celular. Apenas tenha cuidado: não é a prova d&#8217;água</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: left;">Qualquer que seja o escolhido, a parte chata (como em todo aparelho eletrônico) é a fonte de energia. Com boas pilhas alcalinas (costumo usar a Duracel Alcalina Ultra) ele dura entre 6 e 12 horas, ou seja, um ou dois dias de caminhada, com ele ligado o tempo todo. Em viagens de muitos dias o deixo ligado somente quando preciso consultar minha localização. Para um final de semana, gosto de deixá-lo ligado constantemente, capturando assim todo o caminho pelo qual estou trilhando para poder documentá-lo e disponibilizá-lo aqui no blog. Uma coisa legal que eu fiz foi um dínamo com o qual eu carrego as pilhas na manivela (tanta tecnologia e eu voltando aos tempos da manivela, quem diria). Em minha última viagem à Paraty, passei duas semanas com apenas 2 pilhinhas recarregáveis. Para os smartphones (principalmente o iPhone, cuja bateria não é removível), a única solução é um carregador solar: já via alguns modelos e gostei muito.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: left;">
<dl id="attachment_240" class="wp-caption alignnone" style="width: 421px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-medium wp-image-240" src="/files/2009/08/manivelando-411x500.jpg" alt="Entre manivelar 15 minutos por dia ou carregar 20 pilhas qual você escolheria ?" width="411" height="500" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Entre manivelar 15 minutos por dia ou carregar 20 pilhas qual você escolheria?</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: left;">Em se tratando do que é possível fazer com um GPS, vou comentar somente o básico, dados tantos recursos de tantos aparelhos diferentes. O principal é o receptor adquirir latitude, longitude, horário e se possível altitude. No caso do meu receptor, ele atualiza essas informações a cada um segundo. Se o aparelho fizesse unicamente isso já estaria excelente, mas pense no aparelho como um computador portátil. Neste caso eu posso guardar em sua memória os chamados &#8220;waypoints&#8221;, que são marcações de lugares.</p>
<div class="wp-caption alignnone">waypoint: <strong>Vila de Paranapiacaba</strong><br />
<strong>latitude:</strong> S23°46&#8217;44.16&#8243;<br />
<strong>logintude:</strong> W46°18&#8217;7.10&#8243;<br />
<strong>altitude:</strong> 812m<br />
<strong>hora da marcação:</strong> 31/08/2009 17:30</div>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><div id="attachment_381" class="wp-caption alignnone" style="width: 200px"><img class="size-full wp-image-381" src="/files/2009/08/waypoin-gmaps.gif" alt="Tela do Google Maps mostrando um waypoint" width="190" height="300" /><p class="wp-caption-text">Tela do Google Maps mostrando um waypoint</p></div></td>
<td><div id="attachment_377" class="wp-caption alignnone" style="width: 195px"><img class="size-full wp-image-377" src="/files/2009/08/waypoint-eTrex.gif" alt="Tela de waypoints do GPS Garmin eTrex" width="185" height="331" /><p class="wp-caption-text">Tela de waypoints do GPS Garmin eTrex</p></div></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Outro recurso pra lá de útil são os tracklogs. Lembra-se que na sua infância havia aquela brincadeira de ligar os pontinhos na sequência numérica e o resultado era uma figura? Os tracklogs são basicamente isso, vários &#8220;waypoints&#8221; espaçados entre si que delineiam um caminho a ser percorrido.</p>
<div id="attachment_419" class="wp-caption alignnone" style="width: 560px"><img class="size-full wp-image-419" src="/files/2009/08/tracklog-trackMaker.gif" alt="Um tracklog no software GPS TrackMaker. Observe os pontinhos vermelhos que interligados delineiam o tracklog da ferrovia" width="550" height="410" /><p class="wp-caption-text">Um tracklog no software GPS TrackMaker. Observe os pontinhos vermelhos que interligados delineiam o tracklog da ferrovia </p></div>
<p>Lembrando que todo GPS tem uma conexão com o computador e, utilizando um software adequado para enviar e receber tando waypoints quanto tracklogs do receptor, temos algumas opções:</p>
<ol>
<li>Ir ao lugar com seu aparelho de GPS e gravar os waypoints e tracklogs: útil para você guardar as caminhadas que você andou fazendo por aí e distribuir para os amigos via e-mail ou web</li>
<li>Mapear seus próprios tracklogs no Google Earth e, com isso, poder visitar mais tarde lugares que você desejava mas não tinha maiores informações para aventurar-se. Já fiz isso algumas vezes em que não consegui adquirir o mapa do local</li>
<li>Baixar caminhos já percorridos, documentados e disponibilizados na internet. Há algum tempo não faço uma busca por sites que disponibilizam arquivos de GPS, mas já fiz muito isso. Aliás, faz parte do planejamento de qualquer viagem procurar arquivos de GPS que tenham trilhas, pontos de água, lugares para acampar etc&#8230;</li>
<li>Com um mapa: durante uma aventura, você pode achar um alvo a ser alcançado na carta topográfica e transferir suas coordenadas para o receptor, de modo que você possa seguir este waypoint</li>
<li>Também com um mapa: o contrário, ter um determinado ponto no aparelho (como sua localização atual) e olhar no mapa onde está. Isso é essencial durante uma caminhada pois como a memória e a tela do aparelho são limitadas, uma carta topográfica é essencial para se obter uma visão muito mais ampla do local (como topografia e acidentes naturais não documentados no receptor). Esse é o método que mais utilizo em minhas viagens</li>
</ol>
<p>Você percebe o mundo de possibilidades que se abre quando utilizamos todas essas tecnologias em conjunto? Pense na seguinte história:</p>
<p>Zé Matos é um cara experiente em trilhas. Ele foi para Ilha Grande, e com seu GPS marcou toda a sua viagem: tracklog completo, pontos onde acampou, lugares onde achou água e até casas de moradores locais. Como ele é um cara legal, ao chegar em casa fez o download desses dados de seu receptor e disponibilizou o arquivo na internet. Claudia Penas está começando suas trilhas e gostaria muito de conhecer a Ilha Grande, mas não sabe exatamente que caminho fazer, onde pode encontrar água e onde há uma boa clareira para acampar. Com a ajuda do arquivo disponibilizado pelo Zé Matos ela carrega seu GPS com os dados coletados pelo seu amigo e poderá fazer sua aventura com muito mais comodidade e segurança, e sem deixar de lado o aspecto aventura.</p>
<p>Os softwares que uso atualmente são o <a href="http://earth.google.com/">Google Earth</a> (que você já deve conhecer bem) e o <a href="http://www.gpstm.com/">GPS TrackMaker</a>. Através do Google Earth posso ter uma visualização real de como é a área a ser explorada. Muitas vezes acabo fazendo tracklogs e waypoints de referência de rios, praias, lagos, montanhas. Ou: importo para ele trilhas feitas por mim para eu poder ter uma ideia de onde passei e o que tem lá perto, para uma próxima incursão. Quanto mais você visita determinada área, mais detalhes você tem de lá, por isso é tão importante ir marcando bem esses pontos de interesse durante a sua viagem.</p>
<div id="attachment_425" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-medium wp-image-425" title="Software: Google Earth" src="/files/2009/08/software-googleearth-500x302.jpg" alt="o Google Erth, mais uma maravilha do mundo moderno" width="500" height="302" /><p class="wp-caption-text">O Google Erth, mais uma maravilha do mundo moderno</p></div>
<p>Devido o fato que o Google Earth só &#8220;conversa&#8221; com receptor em sua versão paga, eu utilizo o GPS TrackMaker para conectar ao meu aparelho, baixando os dados registrados em sua memória ou enviando-lhe novos dados à véspera de alguma aventura. Através dele também faço alguns ajustes finos no arquivo gerado e importado do Google Earth, como a escolha de ícones que meu GPS consiga compreender.</p>
<div id="attachment_426" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-medium wp-image-426" title="GPS TrackMaker" src="/files/2009/08/software-gpstrackmaker-500x302.gif" alt="GPS TrackMaker, software por muito tempo tido como o melhor para GPS, feito por um brasileiro" width="500" height="302" /><p class="wp-caption-text">GPS TrackMaker, software por muito tempo tido como o melhor para GPS, feito por um brasileiro</p></div>
<p>Ouvi dizer que o software (pago) <a href="http://www8.garmin.com/support/download_details.jsp?id=209">Garmin MapSource</a> (do mesmo fabricante do meu receptor) é muito bom, mas eu nunca o testei. Vale a pena conferir. Todo este trâmite entre o receptor de GPS, Google Earth, TrackMaker e carta topográfica não costuma dar muitos erros de precisão, mas tem que se tomar cuidado com algumas configurações, especialmente um tal de datum. Já tive erros de uns 100 metros entre mapeamento de Google Earth e confirmando com o GPS no local, ainda estou aprendendo como corrigir isso.</p>
<div id="attachment_428" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-medium wp-image-428" src="/files/2009/08/IMG_2958-500x375.jpg" alt="Em Ilha Bela, procurando na carta topográfica alguma coisa interessante para explorar" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Em Ilha Bela, procurando na carta topográfica alguma coisa interessante para explorar</p></div>
<p>Geolocalização e tooodas as ferramentas com que contamos é um assunto extenso e complicado. Você pode perceber que eu falei das possibilidades desse fantástico aparelho sem entrar muitos detalhes técnicos e mesmo assim este post ficou gigante. Certamente isso daria um livro (razoavelmente grosso), e há alguns bons à disposição nas lojas de aventura. Com um aparelho de GPS e estando bem treinado em geolocalização você pode entrar e sair do mato a hora que quiser. Não precisará se preocupar tanto com guias, poderá conferir se está indo para o local desejado, e mesmo se não estiver, terá condições de voltar. Poderá ir muito mais longe e beneficiar mais pessoas ao compartilhar sua biblioteca de lugares.</p>
<p><em>P.S.: se você gostou deste post, no próximo artigo (que já está em edição) falarei sobre a mistura de fotografia com GPS</em></p>
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		<title>Planejamento</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 01:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lex</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Downloads]]></category>
		<category><![CDATA[GPS]]></category>
		<category><![CDATA[Paranapiacaba]]></category>
		<category><![CDATA[Paraty]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá caros amigos do esporte! Já faz um bom tempo que não publico nada aqui. Os poucos leitores ocasionais que eu tinha já devem ter se enchido o saco e nunca mais voltado. Sobra o um ou dois do RSS. Desde que eu comprei meu notebook tenho trabalhado que nem um maluco e acabei não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá caros amigos do esporte! Já faz um bom tempo que não publico nada aqui. Os poucos leitores ocasionais que eu tinha já devem ter se enchido o saco e nunca mais voltado. Sobra o um ou dois do RSS. Desde que eu comprei meu notebook tenho trabalhado que nem um maluco e acabei não conseguindo fazer nenhuma aventura.</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://img403.imageshack.us/img403/4044/dsc02873lownc9.jpg" target="blank"><img src="http://img403.imageshack.us/img403/4044/dsc02873lownc9.jpg" border="0" alt="" /></a></div>
<p>Mas a abstinência está falando mais alto: suadeira, tremedeira, calafrios: falta de adrenalina. E como é final do ano, é claro que estamos todos planejando nossa viagem de reveillón. O meu planejamento começa com uma pergunta muito simples, quase sempre direcionada ao meu chefe: quantos dias eu terei de folga ? A segunda pergunta é para meu planejamento financeiro: para onde eu posso ir ? Essas duas perguntas podem reduzir suas opções de Nepal ou Machu Picchu à Praia Grande. Uma vez definido calendário e orçamento, sobram duas opções: lugar novo ou algum velho conhecido. Muitas vezes eu opto por lugares conhecidos, pois cada um deles é um pequeno universo que eu tenho o prazer de conhecer melhor ainda a cada ida. Você já deve ter lido repetidas vezes eu falando sobre Paranapiacaba e Paraty. São os lugares que eu mais gosto e que menos corro o risco de errar. Quando minha agenda permite várias viagens no decorrer do ano, arrisco a conhecer lugares novos; caso negativo acabo indo para meus prediletos: são lugares seguros, em que não terei grandes surpresas, e será divertido da mesma forma. Este ano tudo indica que será a conhecida Ponta da Juatinga em Paraty.</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://img227.imageshack.us/img227/3381/img2958gi0.jpg" target="blank"><img src="http://img227.imageshack.us/img227/3381/img2958gi0.jpg" border="0" alt="" /></a></div>
<p>Para o caso de lugares novos, uma das tarefas mais comuns é aquela navegada na internet à caça de referências: como são e onde estão as trilhas, e o que quase sempre se encontra são mapinhas feitos à mão ou cansativas descrições em texto da aventura que você quer fazer. Há muito tempo eu procuro um único repositório de arquivos de GPS com as trilhas que gostaria de fazer, mas isso sempre foi muito escasso: boa parte do pessoal de aventura não é lá muito fã de tecnologia. Então o que acaba acontecendo é eu fazer uma prévia no Google Earth, e coloca-la em meu GPS. E no mundo real eu acabo fazendo a trilha prevista e montando meu pequeno acervo de GTMs e KMLs. Sendo um cara que trabalha com tecnologia ainda tenho esperanças de ver a biblioteca que falei acima se tornar realidade; enquanto isso não acontece vou fazendo a minha. E como estou fazendo força para deixar de ser um sujeito egoísta, vou compartilhar com vocês os tracklogs mais detalhados que tenho em mãos.</p>
<h3>Paranapiacaba</h3>
<p>Se você já leu meus outros posts deve estar cansado de ler sobre lá. Sem mais delongas: abaixo a compilação de todas as trilhas, ferrovias, pontes, túneis acampamentos e lagos desse místico lugar.</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://blog.blag.us/files/2009/08/Paranapiacaba-build-19-most-complete.kml"><img src="http://img227.imageshack.us/img227/1953/geparanapiacabafm0.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
Serra de Paranapiacaba | <a href="http://blog.blag.us/files/2009/08/Paranapiacaba-build-19-most-complete.kml">baixar arquivo em Google Earth</a></div>
<h3>Paraty</h3>
<p>A primeira vez que cheguei a uma de suas várias praiazinhas desertas, usei minha mente para fotografar o retrato mais belo que vi em minha vida: eu, com minha mochila na cabeça, tinha acabado de descer do barulhento barquinho que havia nos levado até lá. Eu estava com água até a altura do peito. Olhei para meu pé. Sim, olhei para meu pé, mesmo com água no peito. E em seguida olhei para o velho barquinho de pescador: ele flutuava na água cristalina e eu podia ver sua sombra na areia, como se ele estivesse levitando. Foi uma imagem tão surreal que por alguns momentos pensei estar sonhando (ou drogado). A praia, se chamava Praia do Sono, veja você. E com dois passos pude sair da água, pois era uma praia de tombo — e eu nunca tinha visto uma antes. Abaixo está descrito no arquivo do Google Earth todas as praiazinhas do lugar mais lindo do mundo: a ponta da Juatinga. Se você tiver uma semana livre, não deixe de trilhar por todas elas. E ainda, se puder, dormir sob a lua cheia no farol da ponta.</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://blog.blag.us/files/2009/08/Juatinga-build-03f-changes-on-styles.kml"><img src="http://img509.imageshack.us/img509/6829/geparatijuatingahr9.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
Ponta da Juatinga em Paraty | <a href="http://blog.blag.us/files/2009/08/Juatinga-build-03f-changes-on-styles.kml">baixar arquivo em Google Earth</a></div>
<h3>Ilhabela</h3>
<p>Foi lá que fiz meu record pessoal de solos: 8 dias sozinho, trilhando por toda a parte sul da ilha. Minha vontade era fazer a ilha toda, mas a parte norte é quase impossível pela falta de trilhas. Mas este projeto está anotado na minha lista de pendências. Este arquivo está muito bem detalhado pois lá mesmo num dia de saco cheio fiquei marcando no meu GPS todas as praias e morros. Apesar das belas praias, uma pequena decepção: algumas delas são idiotamente protegidas por caseiros truculentos e ricassos parvos, mas ainda assim vale o passeio.</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://blog.blag.us/files/2009/08/Ilha-Bela-Complete-build-01-bounderies-roads-and-waypoints.kml"><img src="http://img408.imageshack.us/img408/2619/geilhabelaqm6.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
Ilhabela no litoral norte de São Paulo | <a href="http://blog.blag.us/files/2009/08/Ilha-Bela-Complete-build-01-bounderies-roads-and-waypoints.kml">baixar arquivo em Google Earth</a></div>
<h3>Ecovias</h3>
<p>Quando criança, fazia muitas viagens de família descendo o complexo Anchieta-Imigrantes. E como toda criança, ficava vendo, maravilhado, aquele monte de túneis e a vista espetacular. E uma das coisas que eu via era uma série de pequenas estradinhas cruzando a rodovia principal. Ficava me questionando: de onde elas vem ? Para onde vão ? Como deve ser viajar por elas ? Desse desejo de infância aliada a espetacular tecnologia do Google Earth (conheci ele ainda na época do KeyHole) pude mapear todo o complexo, com cada uma dessas estradinhas que tanto aguçaram-me na infância. A idéia é trilhar por essas estradinhas e me parece que o melhor meio é de motocicleta. Este é um projeto não concluído que coloco à disposição de quem tiver a mesma curiosidade que eu.</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://blog.blag.us/files/2009/08/Ecovias-build-03.kml"><img src="http://img354.imageshack.us/img354/4461/geecoviasdv4.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
Complexo Anchieta-Imigrantes | <a href="http://blog.blag.us/files/2009/08/Ecovias-build-03.kml">baixar arquivo em Google Earth</a></div>
<h3>Checklist</h3>
<p>Como bom cabeça-de-vento que sou, não poderia deixar de ter uma lista com tudo o que tenho que levar para minhas viagens. Já faz alguns anos que criei o check list abaixo, e nele adicionei tudo o que faz parte do meu equipamento, e tudo o que faz parte do ritual de arrumar o mochilão. Não há dúvidas que nesta planilha há coisas demais; mas calma, não é para levar tudo ! Cada viagem pede que você analise o que será necessário. Quase sempre o imprimo para levar para o mercado também. Faça uma cópia para você e customize-a de acordo com a sua realidade; e claro, não deixe de me enviar uma cópia !</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://blog.blag.us/files/2009/08/Check-List-build-06-vertical.xls"><img src="http://img528.imageshack.us/img528/1600/checklistvs8.gif" border="0" alt="" /></a><br />
Check List | <a href="http://blog.blag.us/files/2009/08/Check-List-build-06-vertical.xls">baixar arquivo em Excel</a></div>
<p>Com este post espero ter contribuído para a sua viagem. Não deixe de compartilhar comigo suas experiência também !</p>
<p><em><strong>update: </strong>este post foi atualizado (os links antigos estavam quebrados) e com a versão mais recente de cada arquivo</em></p>
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		<title>Cartas dos leitores</title>
		<link>http://blog.blag.us/carta-dos-leitores/</link>
		<comments>http://blog.blag.us/carta-dos-leitores/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 29 Jun 2008 19:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lex</dc:creator>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
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		<category><![CDATA[Marcas]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi um scrap de Orkut de um amigo que conheci na trilha funicular, o Luan: “viu p uma trilha solo d uns 3 dias&#8230; oq sugere p levar,tipow,sem peso e levando coisas eficazes!!? desd ja agradeçoo abrcs” Vamos lá: É bastante complexo responder assim, de bate pronto. Mas vou lhe passar algumas referências. Inicie lendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi um scrap de Orkut de um amigo que conheci na trilha funicular, o Luan:</p>
<p><span style="font-size: 25px;">“</span><em>viu p uma trilha solo d uns 3 dias&#8230;<br />
oq sugere p levar,tipow,sem peso e levando coisas eficazes!!?</em></p>
<p><em>desd ja agradeçoo abrcs</em><span style="font-size: 25px;">”</span></p>
<p>Vamos lá:</p>
<p>É bastante complexo responder assim, de bate pronto. Mas vou lhe passar algumas referências. Inicie lendo <a href="http://blagus.blogspot.com/2008/05/uma-ou-duas-coisas-sobre-tcnicas-final.html">este meu post</a>.</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/blagus/2621533647/" target="_blank"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3085/2621533647_000c7cc221.jpg?v=0" border="0" alt="" /></a><br />
<img style="border-style:none;padding:0;margin:0;" src="http://img410.imageshack.us/img410/9951/advisesmallty2.gif" border="0" alt="" width="9" height="10" /> Atenção: <a href="http://www.flickr.com/photos/blagus/2621533647/" target="_blank">abra esta imagem</a> e passe o mouse por cima para saber o que é cada item</div>
<p>Depois olhe as fotos que ilustram este post, não deixando de entrar em cada uma e passar o mouse em cima, pois cada item está explicado.</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/blagus/2621534683/" target="_blank"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3290/2621534683_7ece2b36ca.jpg?v=0" border="0" alt="" /></a><br />
<img style="border-style:none;padding:0;margin:0;" src="http://img410.imageshack.us/img410/9951/advisesmallty2.gif" border="0" alt="" width="9" height="10" /> Atenção: <a href="http://www.flickr.com/photos/blagus/2621534683/" target="_blank">abra esta imagem</a> e passe o mouse por cima para saber o que é cada item</div>
<p><a href="/files/2009/08/Check-List-build-06-vertical.xls">Neste outro link</a> disponibilizei para você uma planilha que uso e atualizo a cada viagem há pelo menos 3 anos, com todos meus equipamentos e o todo o necessário para fazer, carregar e comprar</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/blagus/2172255264/" target="_blank"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2216/2172255264_39861565ba.jpg?v=0" border="0" alt="" /></a><br />
<img style="border-style:none;padding:0;margin:0;" src="http://img410.imageshack.us/img410/9951/advisesmallty2.gif" border="0" alt="" width="9" height="10" /> Atenção: <a href="http://www.flickr.com/photos/blagus/2172255264/" target="_blank">abra esta imagem</a> e passe o mouse por cima para saber o que é cada item</div>
<p>Mais: não deixe de ler &#8220;<a href="http://www.livrosdobeck.com/">O Livro de Aventura do Excursionista Decidido</a>&#8220;, do Sergio Beck. É um guia indispesável à todos aqueles aventureiros como nós, contém dicas excelentes. Se você ainda quiser se tornar um gourmet das selvas, do mesmo Sergio leia &#8220;O Livro de Cozinha do Excursionista Faminto&#8221;. Se você quiser saber onde encontrar esses livros posso ver nas lojas de aventura dos meus amigos se eles têm em estoque. São baratíssimos (droga, o primeiro livro que falei acabou ficando com uma ex-namorada). Eu ia falar de mais um, o &#8220;O Livro de Orientação do Excursionista Perdido&#8221;, mas é bom deixar para uma fase em que você começar a fazer trilhas mais complexas, que requeiram navegação. Mas deixe este anotado.</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/blagus/2622359770/" target="_blank"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3020/2622359770_72ede0cd8d.jpg?v=0" border="0" alt="" /></a><br />
<img style="border-style:none;padding:0;margin:0;" src="http://img410.imageshack.us/img410/9951/advisesmallty2.gif" border="0" alt="" width="9" height="10" /> Atenção: <a href="http://www.flickr.com/photos/blagus/2622359770/" target="_blank">abra esta imagem</a> e passe o mouse por cima para saber o que é cada item</div>
<p>Para finalizar: o que levar depende de alguns fatores: para onde você quer ir; o que você já tem; e o que você pode comprar para esta viagem. Eu sempre comprei meu equipa aos pouquinhos, tentando sempre comprar um novo equipamento para cada viagem (confesso que ultimamente anda dificil fazer isso). É bom você organizar muito bem seu equipamento numa caixa, e em determinado momento organiza-lo no chão (como nas fotos que fiz acima) e analizar bem o que você tem para saber o que precisa. Meu Excel é uma lista gigante e abrangente para quase todo tipo de viagem, e é claro que você não precisa ter e muito menos levar todos os itens que tem ali. Uso aquela lista principalmente para ir ao mercado, onde eu faço um &#8220;X&#8221; no item que quero/preciso levar.</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/blagus/2622362974/" target="_blank"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3276/2622362974_83a9e88c81.jpg?v=0" border="0" alt="" /></a><br />
<img style="border-style:none;padding:0;margin:0;" src="http://img410.imageshack.us/img410/9951/advisesmallty2.gif" border="0" alt="" width="9" height="10" /> Atenção: <a href="http://www.flickr.com/photos/blagus/2622362974/" target="_blank">abra esta imagem</a> e passe o mouse por cima para saber o que é cada item</div>
<p>Sobre o que você me perguntou no mercado aquele dia, continua de pé: podemos fazer algumas viagens em que eu lhe passe minha experiência (mas só depois do dia 5, adivinha porque, hehehehe). Se você preferir fazer solo, me conte seus planos e posso lhe dar uma ajuda focada na sua aventura.</p>
<div style="font-size: 11px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/blagus/2622366354/" target="_blank"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3068/2622366354_edb5185767.jpg?v=0" border="0" alt="" /></a><br />
<img style="border-style:none;padding:0;margin:0;" src="http://img410.imageshack.us/img410/9951/advisesmallty2.gif" border="0" alt="" width="9" height="10" /> Atenção: <a href="http://www.flickr.com/photos/blagus/2622366354/" target="_blank">abra esta imagem</a> e passe o mouse por cima para saber o que é cada item</div>
<p>Este post foi uma mera introdução ao assuto&#8230; continue com as dúvidas e vamos aprofundando o assuto<br />
fortes abraços !</p>
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